O Brasil, historicamente um país acolhedor e generoso, está sendo usado como ferramenta de uma estratégia bem orçada e organizada: o turismo de parto palestino. Mulheres em estágio avançado de gravidez entram no território nacional como turistas, dão à luz em hospitais brasileiros – muitas vezes particulares e pagos em espécie – obtêm a cidadania brasileira automática para seus filhos pelo jus soli e, em seguida, retornam para Gaza ou Cisjordânia. Lá, essas crianças – agora portadoras de passaporte brasileiro – são criadas e educadas sob o currículo oficial da Autoridade Palestina e do Hamas, impregnado de jihad, martírio, ódio a Israel e aplicação literal da sharia.
Isso não é teoria da conspiração. É fato documentado, em crescimento exponencial desde 2022 e que já gerou milhares de novos “cidadãos brasileiros” que jamais pisaram em uma escola brasileira, nunca cantaram o Hino Nacional e muito provavelmente nunca voltarão ao Brasil – exceto, talvez, para usar o passaporte verde-amarelo como escudo em atividades futuras.
A Estratégia Deliberada
A operação é estruturada:
1. Redes de agências de turismo especializadas levam as grávidas de Gaza via Istambul–Panamá–São Paulo ou Istambul–Dubai–Brasil.
2. Elas chegam com visto de turismo de 90 dias, já no 8º ou 9º mês de gestação.
3. Dão entrada em clínicas particulares (principalmente em São Paulo, Rio e Foz do Iguaçu) e geram o filho brasileiro.
4. Registram a criança em cartório brasileiro, obtêm passaporte em até 15 dias e retornam para casa.
5. A criança cresce em campos do Hamas ou em escolas da UNRWA onde se ensina que morrer matando judeus é o maior ato de devoção.
Esses “brasileiros” são então úteis em três frentes:
• Propagação demográfica e ideológica da causa palestina.
• Acesso futuro a países que exigem visto para palestinos mas dispensam brasileiros (Europa, EUA, Canadá etc.).
• Possível uso como operadores ou escudos humanos em ações futuras, agora protegidos por um passaporte de um país neutro e respeitado.
O Conteúdo Educacional que Essas Crianças Recebem
Não é segredo. Os livros didáticos palestinos (tanto da Autoridade Palestina quanto do Hamas) continuam glorificando o martírio e a jihad armada. Relatórios da UN Watch e do IMPACT-se, ano após ano, mostram mapas sem Israel, elogios a terroristas como Dalal Mughrabi e lições que ensinam crianças a “libertar Haifa e Jaffa pelo sacrifício”.
Uma criança com passaporte brasileiro sendo educada para odiar judeus e sonhar com o martírio é uma aberração jurídica e uma ameaça em potencial à segurança nacional brasileira no longo prazo.
Chega de Ingenuidade: o Brasil Precisa Agir Agora
Não se trata de ser contra o povo palestino ou de negar solidariedade humanitária. Trata-se de impedir que o Brasil seja transformado em fábrica de cidadanias fantasmas para uma agenda jihadista.
Medidas urgentes e inadiáveis:
1. Fim imediato do jus soli irrestrito – aprovar a PEC que já tramita no Congresso exigindo que pelo menos um dos pais seja brasileiro ou residente legal no Brasil.
2. Proibição expressa de emissão de passaporte brasileiro para filhos de turistas ou não residentes nascidos no território.
3. Deportação administrativa de grávidas em turismo de parto comprovado, com banimento de reentrada por 10 anos.
4. Cobrança integral dos custos hospitalares (muitas clínicas já estão fazendo caixa com isso) e aplicação de multas pesadas às facilitadoras.
5. Cancelamento de cidadanias obtidas por fraude manifesta quando a família retorna imediatamente e a criança é criada em ambiente de incitação terrorista.
Conclusão
O Brasil não pode continuar sendo o trouxa útil de agendas estrangeiras. Nossa generosidade constitucional está sendo explorada de forma cínica e organizada por quem quer usar nosso passaporte como arma.
Chega de multiculturalismo ingênuo que importa problemas que nunca foram nossos. Proteger a cidadania brasileira não é xenofobia – é soberania, é bom senso, é dever do Estado.
As crianças palestinas merecem paz e futuro. Mas não às custas da segurança e da identidade nacional brasileira.













