Por Pr. José Sidney Andrade dos Santos
Em um mundo onde a confusão reina suprema e as ideologias se multiplicam como coelhos em um laboratório de fertilidade in vitro, as palavras do Cardeal Robert Sarah emergem como um farol de sanidade em meio ao nevoeiro da loucura pós-moderna. O eminente prelado africano, conhecido por sua firmeza doutrinária, tem repetidamente alertado contra a “ideologia de gênero”, comparando-a a uma “besta apocalíptica” que ameaça a família e a ordem natural estabelecida por Deus. Em suas intervenções no Sínodo dos Bispos e em discursos públicos, Sarah denuncia essa ideologia como uma forma de “colonização ideológica” ocidental, equiparando-a ao extremismo islâmico em sua capacidade destrutiva. Ele afirma que o “idolatria da liberdade ocidental” e o fundamentalismo islâmico são como “duas bestas apocalípticas”, semelhantes ao nazismo e ao comunismo do século XX. Como não apoiar tal visão profética? Sarah não apenas defende a dignidade da mulher como criada por Deus, mas expõe a falácia de equiparar invenções humanas à biologia imutável.
A declaração do Cardeal sobre a mulher é clara: ela é o pilar da família, moldada pela vontade divina, não por caprichos sociais ou cirurgias plásticas. Em um discurso em Washington, D.C., ele advertiu contra a *”ideologia de gênero demoníaca”*, que remove Deus da sociedade e ameaça a família por meio de casamentos homossexuais, aborto e a negação da identidade sexual natural. Sarah vai além, chamando cirurgias de transição de gênero de *”recusa luciferiana”* da vontade de Deus, uma rebelião contra o Criador que ecoa o orgulho de Lúcifer. Aqui, ele apoia a doutrina católica tradicional, que vê o corpo humano como um templo sagrado, não um playground para experimentos ideológicos. Apoio integralmente essa posição, pois, como sociólogo, observo como essa *”liberdade absoluta”* idolatrada pelo Ocidente leva à desintegração social, transformando a mulher – a verdadeira, biológica, com cromossomos XX e a capacidade milagrosa de gerar vida – em uma mera *”construção social”* descartável.
Agora, vamos à crítica ácida, irônica e cômica do movimento LGBT, que insiste em equiparar “*mulheres trans*” a mulheres biológicas, como se uma peruca e hormônios pudessem reescrever o livro da biologia. Ah, que comédia divina! Imaginem: um homem decide que é mulher, faz uma cirurgia que mais parece uma reforma de banheiro malfeita, e voilà! Agora ele é *”biologicamente”* uma mulher. Biologicamente? Ora, isso é como dizer que um pato com plumas de águia é biologicamente uma águia – só porque voa baixo e grasna “inclusão”. O movimento LGBT, com sua pompa rainbow, quer nos convencer que a ciência é opcional, que XX e XY são apenas sugestões, como escolher o sabor de sorvete. “Hoje sou baunilha, amanhã chocolate… ou talvez trans-baunilha!” Hilário, não? Mas ácido, porque essa ironia mascara uma tragédia: a erosão da identidade feminina real.
Pense no absurdo: ativistas gritam por “direitos trans” enquanto pisoteiam os direitos das mulheres de verdade. Mulheres trans competindo em esportes femininos? É como um elefante entrar em uma corrida de gazelas e reclamar de discriminação quando as gazelas fogem apavoradas. “Ei, sou uma gazela trans-elefante! Respeitem minha identidade!” E o público aplaude, temendo o rótulo de “transfóbico”. Como psicanalista, vejo isso como uma neurose coletiva, um delírio freudiano onde o ego inflado rejeita a realidade em favor de um superego ideológico imposto por lobbies poderosos. Sarah acerta ao chamar isso de “demônio”: é uma possessão cultural que transforma vítimas em vilões e vilões em vítimas, tudo em nome da “tolerância”.
Sociologicamente, essa equiparação é uma farsa. Mulheres biológicas enfrentam ciclos menstruais, gravidez, menopausa – realidades que uma “mulher trans” nunca experimentará, por mais que injete estrogênio. É irônico: o movimento que clama por “autenticidade” promove a maior impostura. Como se Deus, ao criar Adão e Eva, tivesse dito: “Ah, e se quiserem trocar de papéis, basta uma tesoura e um pouco de silicone!” Não, meus caros: a biologia não é democrática; ela não vota em assembleias da ONU. Sarah nos lembra que essa ideologia é “veneno” para a sociedade, comparável ao extremismo que escraviza mulheres no Islã radical.
Em conclusão, apoio fervorosamente as palavras do Cardeal Sarah: a mulher verdadeira merece ser defendida, não substituída por caricaturas ideológicas. Que o circo da “identidade fluida” continue entretendo os palhaços da modernidade, enquanto a verdade biológica e divina permanece inabalável.
Pr. José Sidney Andrade dos Santos
Filosofo, Sociólogo, Escritor e Psicanalista













