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08 de fevereiro de 2026

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Em defesa da senadora Damares Alves: ataques pessoais revelam o medo da verdade

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Por Pr. Jose Sidney Andrade dos Santos

Em um momento crucial para a integridade da igreja evangélica no Brasil, a senadora Damares Alves tem sido alvo de ataques virulentos e pejorativos por parte de figuras proeminentes como o pastor Silas Malafaia e o cantor André Valadão. Esses ataques, carregados de adjetivos depreciativos que visam desqualificar o caráter da senadora em vez de debater o mérito de suas declarações, expõem não apenas uma falta de argumentos sólidos, mas também uma tentativa desesperada de ocultar verdades incômodas. Damares, ao revelar a possível envolvimento de grandes igrejas e pastores em fraudes no INSS investigadas pela CPMI, cumpriu seu dever como representante do povo, priorizando a transparência e a justiça sobre lealdades pessoais ou institucionais.

Os críticos, em particular Malafaia, recorreram a termos como “leviana”, “linguaruda”, “cínica” e “mentirosa” para desviar o foco da mensagem central: a existência de uma relação promiscua entre certas igrejas e desvios bilionários no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Esses adjetivos pejorativos atacam o caráter de Damares, uma mulher de fé inabalável e trajetória dedicada à defesa dos vulneráveis, enquanto se omitem convenientemente sobre o conteúdo das acusações. Tal omissão não é mero descuido; é um sinal de corrupção moral e espiritual. Aqueles que se calam ou atacam o mensageiro, em vez de confrontar os fatos, revelam seu desejo de manter escondidas as práticas questionáveis que maculam a imagem da igreja. Fraudes envolvendo descontos ilegais em benefícios de aposentados e pensionistas, com igrejas supostamente ligadas a lavagem de dinheiro, não podem ser varridas para debaixo do tapete em nome de uma suposta “unidade evangélica”.

André Valadão, mencionado na lista divulgada por Damares como alvo de requerimentos para depoimento e quebra de sigilo, também se soma aos que preferem o silêncio ou a defesa velada em vez da accountability. Sua igreja, a Lagoinha, aparece entre as instituições investigadas, o que levanta questionamentos profundos sobre como recursos destinados a idosos vulneráveis podem ter sido desviados para fins não transparentes. Em vez de responderem com humildade e disposição para investigação, esses pseudo-líderes optam pelo confronto pessoal, expondo uma hipocrisia que contrasta com os ensinamentos de Cristo. Jesus não hesitou em denunciar os fariseus que priorizavam aparências sobre justiça (Mateus 23:27-28). Da mesma forma, Damares age como uma profetisa moderna, chamando à luz o que estava nas trevas.

É imperativo lembrar que o Cristianismo é infinitamente maior que seus pseudo-líderes. A fé em Jesus Cristo não depende de celebridades evangélicas ou impérios religiosos construídos sobre areia movediça. Pelo contrário, ela floresce na verdade, na integridade e no serviço aos mais pobres – precisamente os aposentados lesados nesses esquemas. Aqueles que atacam Damares por revelar tais irregularidades não defendem a igreja; defendem seus interesses pessoais e uma rede de conivência que envergonha o Evangelho. São corruptos em essência, pois priorizam o ocultamento de pecados coletivos sobre a purificação necessária para o corpo de Cristo.

A senadora Damares Alves merece nosso apoio incondicional. Sua coragem em enfrentar gigantes dentro do próprio segmento evangélico demonstra uma fidelidade ao Reino de Deus acima de qualquer aliança terrena. Que essa controvérsia sirva como um chamado ao arrependimento e à reforma. O Brasil precisa de líderes como ela, que não temem a verdade, pois sabem que “a verdade vos libertará” (João 8:32). Que Deus abençoe Damares e exponha todos os que se escondem atrás de púlpitos para perpetuar injustiças.

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