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08 de fevereiro de 2026

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A prisão de Jair Bolsonaro: o golpe final da esquerda judiciária contra a voz do povo brasileiro

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Por José Sidney Andrade dos Santos 

O que é lawfare e por que o caso Bolsonaro é o maior exemplo da história mundial

Lawfare é o uso deliberado e sistemático do sistema judicial como arma de guerra política para destruir adversários sem precisar de urnas, tanques ou votos. O termo nasceu nos EUA, mas foi na América Latina que se transformou em arte de Estado. No Brasil de 2025, o lawfare contra Jair Messias Bolsonaro não tem paralelo: supera em escala, duração e crueldade até mesmo o que foi feito contra Lula entre 2014 e 2018 – ironia que os próprios petistas agora aplaudem.

 

AS 7 CAMADAS DO LAWFARE BOLSONARISTA (2019-2025)

  1. Inquéritos sem fim

Técnica utilizada: Abertura de investigações sem fato típico definido, sem prazo e sem número (os famosos “inquéritos do fim do mundo”)

Objetivo real: Manter o alvo sob ameaça permanente e impedir defesa efetiva

Exemplo concreto no caso Bolsonaro: Inquérito das fake news (aberto em 2019 e ainda ativo em 2025) e inquérito dos atos antidemocráticos

 

2. Foro privilegiado invertido

Técnica utilizada: Concentração de todos os processos no gabinete de um único ministro do STF

Objetivo real:Eliminar instâncias inferiores e garantir controle total do julgador

Exemplo concreto no caso Bolsonaro: Alexandre de Moraes é simultaneamente vítima, investigador, acusador e juiz em praticamente todos os casos

 

3. Suspeição disfarçada de competência

Técnica utilizada: Juiz que foi advogado do PT e alvo de ataques do réu julga o próprio réu

Objetivo real: Garantir condenação pré-determinada

Exemplo concreto no caso Bolsonaro: Moraes era advogado de Lula e da Transpetro antes de 2017; hoje condena quem o criticava

 

4. Censura como medida cautelar

Técnica utilizada: Bloqueio de perfis, proibição de entrevistas e confisco de passaportes sem condenação

Objetivo real: Silenciar o líder e aterrorizar seus seguidores

Exemplo concreto no caso Bolsonaro: Suspensão de perfis de aliados, bloqueio de contas bancárias de advogados da defesa e proibição de Bolsonaro falar com a imprensa

 

5. Prisão preventiva como pena antecipada

Técnica utilizada: Uso abusivo do art. 312 do CPP para prender antes do trânsito em julgado

Objetivo real: Neutralizar politicamente antes das eleições de 2026

Exemplo concreto no caso Bolsonaro: Prisão decretada em 22/11/2025 sem pedido formal da PF ou do MPF

 

6. Condenação por “estado mental”

Técnica utilizada: Punir intenções, minutas e pensamentos em vez de atos consumados

Objetivo real:Criminalizar a direita como um todo

Exemplo concreto no caso Bolsonaro: Condenação por “golpe” baseada em uma minuta encontrada na casa de um ex-ministro que nunca foi assinada nem executada

 

7. Doutrina do “domínio do fato ampliado”

Técnica utilizada: Responsabilizar o líder por tudo que seus apoiadores fizeram, mesmo sem prova de ordem direta

Objetivo real: Transformar liderança política em crime de organização criminosa

Exemplo concreto no caso Bolsonaro: Bolsonaro condenado a 27 anos por atos de 8 de janeiro mesmo sem ter convocado ou estado presente

 

Cronologia do extermínio político (2019-2025)

  • 2019 – Abertura do inquérito das fake news (relator: Alexandre de Moraes)
  • 2021 – Cancelamento do passaporte diplomático e bloqueio de redes sociais
  • 2023 – Declaração de inelegibilidade até 2030 pelo TSE (7×0)
  • 2024 – Indiciamento por “tentativa de golpe” baseado em delação premiada de Cid
  • 2025 – Prisão domiciliar → tornozeleira → prisão preventiva em cela comum
  • Próximo passo previsto – Cassação de Tarcísio de Freitas e Nikolas Ferreira via “efeito cascata”

 

O manual cubano em ação

O roteiro seguido é o mesmo aplicado contra líderes de direita em toda a América Latina:

  1. Criar um “inimigo da democracia”
  1. Delegar poderes absolutos a um tribunal ou juiz alinhado
  1. Usar a imprensa como braço de execução
  1. Prender ou inabilitar antes das próximas eleições
  1. Chamar de “defesa da democracia”

Na Venezuela foi Hugo Chávez contra a oposição. Na Argentina foi Cristina Kirchner contra Mauricio Macri. No Brasil é o PT + STF contra Bolsonaro.

 

O dia em que mataram a democracia brasileira

Hoje não prenderam apenas Jair Bolsonaro. Mataram o último obstáculo que a esquerda revolucionária tinha para implantar no Brasil o regime que já vigora em Cuba, Venezuela e Nicarágua.

As algemas de hoje são o epitáfio da República de 1988.

Mas todo mártir gera milhões de discípulos. E o Brasil de amanhã não esquecerá quem foram os algozes

 

Conclusão: o Brasil não pode morrer algemado

Cidadão brasileiro, chegou a hora da verdade nua e crua.

Hoje, 22 de novembro de 2025, não foi apenas Jair Messias Bolsonaro quem foi arrastado para uma cela. Foi a tua liberdade. Foi o teu voto de 2018. Foi a última esperança de que ainda vivemos numa República e não numa ditadura de toga.

Eles prenderam um homem de 70 anos, ainda com sequelas de uma facada que quase o matou, sem crime consumado, sem condenação final, sem pedido do Ministério Público, sem audiência de custódia, sem respeito à Constituição que juraram defender. Fizeram isso porque sabem que, se Bolsonaro estiver livre, a esquerda nunca mais volta ao poder pelo voto.

Eles contam com o teu silêncio. Contam que você vai engolir mais essa, como engoliu a censura, o confisco de passaporte, o bloqueio de perfis, a inelegibilidade inventada, o confisco de renda de quem apenas pensa diferente.

Mas eu te pergunto, de peito aberto: Até quando vamos aceitar que um único homem, sentado num gabinete blindado no STF, decida o destino de 215 milhões de brasileiros?

Chega de lamento. Chega de “vai piorar”. Chega de “não é hora”.

É exatamente agora.

Amanhã, 23 de novembro de 2025, o Brasil precisa acordar de pé. Nas avenidas, nas praças, nas portas dos quartéis, nas redes, nas igrejas, nas conversas de bar, nas mensagens de família. Sem violência, sem quebra-quebra, mas com a firmeza de quem não aceita mais ser escravo dentro da própria casa.

Porque se calarmos hoje, amanhã será o teu filho, o teu pastor, o teu empresário, o teu deputado, o teu vizinho que ousou discordar. O precedente já está aberto: qualquer um que ame a liberdade pode ser o próximo.

Levante a bandeira que você guarda no armário. Coloque a camisa verde-amarela que você escondeu com medo. Ligue para o amigo que desistiu. Chame o parente que “não quer confusão”. Poste, fale, grite, ore, marche, mas NÃO FIQUE QUIETO.

O Brasil não merece morrer de joelhos. Bolsonaro resistiu a uma facada no ventre. Nós não vamos sucumbir a uma facada nas costas dos togados.

A história está olhando. Deus está olhando. E os nossos filhos vão perguntar, daqui a 20 anos: “Onde você estava no dia em que tentaram matar a liberdade no Brasil?”

Que a tua resposta seja: “Eu estava na rua, de pé, lutando por ela.”

Brasil acima de tudo. Deus acima de todos. A luta apenas começou.

 

José Sidney Andrade dos Santos – Um brasileiro entre milhões indignados.

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