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08 de fevereiro de 2026

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A normalidade da desconstrução masculina: doutrinação e construção de uma geração de covardes

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Por Jose Sidney Andrade dos Santos

Vivemos tempos em que o que era anormal se tornou rotina, e o que era virtude virou crime. A desconstrução da masculinidade, outrora apresentada como mera “evolução” ou “libertação”, revela-se hoje o que sempre foi: uma ferramenta deliberada de doutrinação ideológica destinada a produzir uma geração de homens covardes, passivos e facilmente manipuláveis.

Desde as escolas maternais até as novelas das 21h, passando por universidades, redes sociais e até púlpitos progressistas, a mensagem é a mesma: o homem deve se envergonhar de ser homem. Competitividade? Tóxica. Assertividade? Violência. Proteção à família? Machismo opressor. Liderança natural? Patriarcado opressivo. Em seu lugar, oferece-se o modelo do “homem sensível”, do “homem que chora em público”, do “homem que divide tarefas domésticas 50/50” (mesmo que a biologia e a história digam outra coisa), do homem que pede permissão para tudo e que teme o confronto como se fosse o maior dos pecados.

Essa desconstrução não é acidente. É engenharia social. Quando se normaliza que meninos sejam medicados por serem agitados (TDAH em massa), punidos por brincadeiras de luta ou repreendidos por demonstrarem força, o resultado é previsível: adultos que fogem da responsabilidade, que evitam riscos, que preferem o conforto à luta, que se submetem sem questionar. Uma geração de covardes não nasce pronta — ela é construída, tijolo por tijolo, na sala de aula, na propaganda, na cultura pop.

Observe os sinais ao redor. Homens jovens que preferem videogames e pornografia infinita a construir família. Homens que assistem calados enquanto sua esposa ou namorada é desrespeitada em público, porque “não querem arrumar confusão”. Homens que delegam a defesa da nação, da fé e da própria casa a outros, porque “violência não resolve nada”. Homens que choram por qualquer crítica, mas não derramam uma gota de suor para sustentar os seus. Essa é a colheita da desconstrução normalizada.

E quem ganha com isso? O sistema. Um homem covarde não questiona autoridades. Não protege os seus. Não resiste a narrativas impostas. Não forma lares fortes. Não transmite valores às próximas gerações. Ele se torna dependente — do Estado, de benefícios, de likes, de validação externa. Torna-se massa maleável, pronta para ser moldada por quem detém o poder cultural e econômico.

A Bíblia, que o establishment tanto despreza, é clara: o homem foi criado para ser provedor, protetor e cabeça da família (Efésios 5:23; 1 Coríntios 11:3). Não tirano, mas responsável. Não fraco, mas forte na virtude. Quando essa ordem natural é invertida, a sociedade desaba — e é exatamente isso que vemos: lares fragmentados, natalidade em colapso, jovens sem rumo, crime organizado crescendo porque ninguém mais tem coragem de enfrentar o mal.

Chega de romantizar a fraqueza como “evolução emocional”. Chega de chamar covardia de “empatia”. Chega de normalizar a emasculação como progresso. Homens de verdade — aqueles que constroem, defendem, lideram com justiça e amam com firmeza — são a única barreira contra o caos que se avizinha.

À geração que está sendo doutrinada: acordem. Rejeitem a mentira da desconstrução. Recuperem a masculinidade autêntica, aquela que não esmaga o fraco, mas protege o vulnerável; que não foge do confronto, mas o enfrenta com honra. O mundo precisa de homens, não de meninos eternos disfarçados de sensíveis.

A covardia não é destino. É escolha. E a escolha de hoje define a nação de amanhã.

Jose Sidney Andrade dos Santos
Filosofo, Sociologo, Escritor, Psicanalista

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