Com Ratinho Júnior fora da corrida, Zema se aproxima do PSD e pode ter seu nome impulsionado para a Presidência da República
A desistência de Romeu Zema (PSD), governador do Paraná, da pré-candidatura à Presidência da República, anunciada nesta segunda-feira (23), abriu espaço para a aproximação do partido com Romeu Zema (Novo), pré-candidato a presidente pelo Novo.
Zema passou o governo de Minas Gerais ao seu vice, Mateus Simões, que recentemente deixou o Novo e se filiou ao PSD. Essa mudança fortaleceu os laços entre Zema e o presidente do PSD, Gilberto Kassab.
No PSD, a expectativa é que Ronaldo Caiado, governador de Goiás, seja o novo candidato à Presidência. No entanto, a força política de Zema, especialmente em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país, é vista como um trunfo importante. O governador mineiro também é cortejado pelo PL para ser vice na chapa de Flávio Bolsonaro.
Eduardo Ribeiro, presidente nacional do Novo, afirmou que “o acordo público segue sendo o Novo indicar o vice de Simões e ter Zema como candidato à Presidência”. A situação demonstra a complexidade do cenário político e as diversas possibilidades em jogo.
Ratinho Junior justificou sua decisão de desistir da pré-candidatura presidencial para se dedicar à conclusão de seu segundo mandato no governo do Paraná, até dezembro de 2026. Ele era o pré-candidato do PSD com melhor desempenho nas pesquisas, aparecendo com 7% das intenções de voto na Quaest de março, contra 4% de Caiado e 3% de Eduardo Leite.
Com a saída de Ratinho, Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, e Ronaldo Caiado se tornam os nomes mais cotados para representar o PSD na disputa presidencial. A movimentação também gera expectativas em relação à sucessão no Paraná.
Com informações do G1










