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25 de janeiro de 2026

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Vorcaro nega envolvimento em ataques ao BC e pede investigação de influenciadores

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Dono do Banco Master nega ter orquestrado campanha de desinformação contra o Banco Central e busca investigação sobre influenciadores digitais

A defesa de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, negou ao Supremo Tribunal Federal (STF) qualquer participação na disseminação de informações falsas contra o Banco Central (BC) após a liquidação da instituição financeira. Em um documento enviado à corte, os advogados de Vorcaro solicitaram a abertura de uma investigação para apurar a propagação de notícias falsas e ofensas à sua honra.

Segundo a defesa, a investigação é crucial para demonstrar a inexistência de relação entre Vorcaro e os ataques virtuais direcionados ao Banco Central, que se intensificaram nas redes sociais em dezembro, após a decisão de liquidação do Master. A alegação é que a campanha de desinformação visa prejudicar a imagem do banqueiro.

Reportagens do g1 revelaram que influenciadores digitais receberam propostas para criticar o Banco Central. Um criador de conteúdo de São Paulo relatou ter recebido R$ 7,8 mil por uma postagem crítica ao BC em dezembro, recusando posteriormente um contrato de três meses. “Num primeiro momento, agi de boa-fé. Não tinha entendido que vinha de Vorcaro. Achei interessante, diferente do que eu estava pensando”, relatou o influenciador. “Depois, fui entender que minha opinião estava sendo comprada.”

Um contrato ao qual o g1 teve acesso previa a produção de oito vídeos mensais (reels) durante três meses, com remuneração total de R$ 188 mil, sem exigência de checagem de informações. Thiago Miranda, da Miranda Comunicação (Agência MiThi), é apontado como o responsável pelo pagamento. A Olivetto Comunicação, intermediária no contrato, afirmou que apenas indicou influenciadores, mas que nenhum contrato foi finalizado.

O vereador Rony Gabriel (PL-RS) também divulgou ter recebido um contrato preliminar para participar de uma campanha contra o Banco Central, mencionando um “Projeto DV” (referência às iniciais de Daniel Vorcaro) com cláusula de confidencialidade e multa de R$ 800 mil por quebra de sigilo. Segundo Rony, o cachê oferecido era “de milhões, no plural”.

A Polícia Federal (PF) deve investigar se houve uma ação coordenada para disseminar críticas ao Banco Central após a liquidação do Banco Master. A Federação Brasileira de Bancos identificou um aumento significativo de ataques à instituição nas redes sociais. Outros influenciadores também relataram propostas semelhantes, com contratos de três meses e oito postagens mensais, recusando-as ao perceberem o objetivo da campanha.

Com informações do G1

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