Operação fiscaliza condições de trabalho da enfermagem na linha de frente da Covid-19 em Macapá

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Operação fiscaliza condições de trabalho da enfermagem na linha de frente da Covid-19 em Macapá

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Operação fiscaliza condições de trabalho da enfermagem na linha de frente da Covid-19 em Macapá


Força-tarefa do Cofen e Coren busca vistoriar profissionais com sobrecarga de atividades, disponibilidade de EPIs e infraestrutura em 15 unidades de saúde da capital. Ação segue até sexta-feira (9). UBS Lélio Silva, referência no atendimento contra a Covid-19 em Macapá
Coren-AP/Divulgação
A Força Nacional de Fiscalização (FNFIS) do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) realiza em Macapá até sexta-feira (9) uma operação que fiscaliza as condições de trabalho de enfermeiros da linha de frente de combate à Covid-19 em 15 unidades de saúde.
Sobrecarga de trabalho, falta de equipamentos de proteção individual adequados e infraestrutura precária dos locais, serão alguns dos pontos analisados pela equipe, que conta com apoio do Conselho Regional de Enfermagem do Amapá (Coren-AP).
Emília Pimentel, presidente do Coren-AP
Rede Amazônica/Reprodução
Segundo a presidente do Coren-AP, Emília Pimentel, a presença da FNFIS na operação traz experiência e agilidade nas respostas aos enfermeiros sobre as denúncias feitas ao órgão.
“A força-tarefa vem dar esse luz para que a gente possa dar uma resposta rápida sobre as denúncias que foram feitas e os processos abertos muito mais rápido e tecnicamente qualificado, porque a equipe vem com uma experiência de outros estados”, explicou.
A operação iniciou na segunda-feira (5) para investigação de casos denunciados no ano passado. Também serão observados insumos e a organização do serviço de enfermagem em cada unidade visitada.
Local de espera para atendimento na UBS Lélio Silva
Coren-AP/Divulgação
As irregularidades encontradas, De acordo com o Coren-AP, farão parte de um relatório que será entregue ao Poder Judiciário para que as recomendações do órgão sejam cumpridas.
“Será gerado um relatório com todas as irregularidades apontadas, já com encaminhamento para o poder judiciário e os gestores tomarem ciência do que foi identificado, com um prazo de cumprimento. O descumprimento disso gera ações públicas, ações jurídicas, forçando de alguma maneira judicial ao cumprimento dessas recomendações para garantir o exercício da profissão com mais qualidade e segurança”, afirmou Emília.
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