Mulher é presa suspeita de atrair motorista de aplicativo assassinado a tiros em Santana

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Mulher é presa suspeita de atrair motorista de aplicativo assassinado a tiros em Santana

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Mulher é presa suspeita de atrair motorista de aplicativo assassinado a tiros em Santana


Investigada de 18 anos confessou ter marcado a corrida, mas alegou não saber da intenção do crime. Algerri Alves pode ter sido morto por engano. Algerri Alves da Silva, de 23 anos, em 17 de janeiro
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Uma mulher de 18 anos acusada de contratar a corrida que resultou na morte do motorista de aplicativo Algerri Alves da Silva, de 23 anos, foi presa em via pública no município de Santana, cidade onde aconteceu o crime em 17 de janeiro.
A suspeita e o outro homem, de 19 anos, preso pelo assassinato, estavam no carro, quando durante o trajeto ele atirou no motorista pelas costas. O condutor perdeu o controle e bateu contra um muro. Em seguida, Algerri ainda foi baleado na cabeça.
Em depoimento, a mulher confessou ter marcado a corrida, entretanto, ela alega que não sabia da intenção do assassinato.
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De acordo com a investigação, a 1ª Delegacia de Polícia de Santana (1ª DPS) descobriu que o casal faz parte de uma mesma facção criminosa. O homem foi preso em flagrante por atirar contra a vítima, entretanto, a mulher não havia sido encontrada.
“Ela estava no banco da frente e o homem que atirou na vítima estava sentado no banco de trás. Em determinado ponto, ela desceu do carro e o outro acusado atirou duas vezes na cabeça da vítima”, relatou o delegado Felipe Rodrigues.
Segundo a polícia, a investigada passou um tempo escondida no município de Mazagão, cidade vizinha de Santana.
“Conseguimos prender o acusado, mas não chegamos nela. Por isso, representei pela prisão preventiva e iniciamos as diligências para encontrá-la. Descobrimos que estava escondida em Mazagão, passamos a monitorá-la e a prendemos em Santana”, explicou.
A mulher foi detida no sábado (10) de forma preventiva e encaminhada para a ala feminina do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen).
Algerri não tinha passagens pela polícia, nem ligações com organizações criminosas, o que para o delegado pode colaborar para a hipótese dele ter sido morto por engano.
O delegado Felipe Rodrigues completa que o suspeito relatou que um carro semelhante ao da vítima foi usado dias antes numa fuga de membros de uma organização criminosa após um assassinato.
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