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07 de janeiro de 2026

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Uma das maiores redes de varejo do Brasil, Havan investirá R$ 200 milhões em Rondônia e vai alcançar 200 unidades no Brasil até 2022

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No regime militar (considerado um movimento de direita), grandes conglomerados empresariais comandados por simpatizantes da esquerda tiveram um boom de crescimento.

Mas, coincidentemente, no fim do regime militar, e a consequente ascensão da esquerda ao poder, o que perduraria pelas próximas três décadas, um pequeno empresário, de visão econômica liberal, sustentada pela postura política de direita, saiu da criação de um pequeno empreendimento à consolidação de uma das maiores redes de lojas de departamento do Brasil.

Segundo a revista “Forbes”, em 2019, ano em que a direita reconquistou o poder, com a eleição de Jair Bolsonaro, o empresário Luciano Hang (Bolsonarista confesso), dono da rede de lojas Havan, estreou na lista de bilionários brasileiros.

De forma que se pode deduzir que a meritocracia, mesmo com ventos contrários, funciona, se houver planejamento e perseverança. 

Com uma fortuna estimada em R$ 8,26 bilhões, Hang ocupa a 36ª posição da lista dos mais ricos do país. 

A rede comandada por ele tinha quase 130 lojas físicas em 17 estados, empregando 16 mil funcionários e faturamento de R$ 7 bilhões em 2018.

Sua primeira loja tinha apenas 45 metros quadrados (tamanho de uma casa popular) e um colaborador. 

Assim começou a história da Havan em meados dos anos 80. 

Hoje, a menor unidade da rede possui cinco mil metros quadrados, onde caberiam 111 lojas do tamanho da primeira. 

As maiores lojas da rede possuem 40 mil metros quadrados, 889 vezes maior que a “loja-mãe”.

 A rede oferece mais de 100 mil itens nacionais e importados, nos setores de cama, mesa e banho, eletro, eletrônicos, utilidades domésticas, bazar, camping e ferramentas.

Fato curioso é o nome da loja lembrar o nome da capital cubana, Havana, contrapondo a identidade visual da loja, cuja fachada imita a Casa Branca Americana e a Estátua da Liberdade. Símbolos antagônicos no que tange o modelo econômico e político entre aqueles dois países:

Cuba, veementemente comunista e os EUA, símbolo do capitalismo.

Passados 33 anos desde sua criação, em 1986, os 45 metros quadrados se expandiram e hoje a área construída da empresa é de 2.400.000 metros quadrados. O equivalente à uma fazenda de 120 alqueires de área construída. 

 Para esse ano, a Havan prevê faturamento de R$ 12 bilhoes e, deve fechar o ano com 25 novas lojas.

Em Rondônia, em visita no mês de setembro, Luciano Hang anunciou R$ 200 milhões em investimento no Estado (com a abertura de novas unidades em Ji-Paraná, Ariquemes e Porto Velho serão contemplados), de um total de R$ 750 milhões em investimentos a serem feitos país, chegando à 145 lojas.

Com isso, “serão 20 mil colaboradores até dezembro com este projeto de expansão”, diz Hang.

 Um incremento de quatro mil postos de trabalho, além dos 16 mil funcionários atuais da rede.

 “Esse é o Brasil que queremos, com a geração de empregos e o crescimento da economia”, declara o dono da Havan, Luciano Hang.

Se, em um cenário econômico e político adverso ao pensamento do empreendedor, o modelo de rede obteve esse desempenho, o que esperar para os próximos anos, quando a política econômica liberal deverá ser implantada no Brasil? 

As regras desse novo modelo favorecem a livre concorrência e o crescimento de setores empresariais.

O Brasil tem por tradição, grandes redes de varejo.

Ainda assim, de acordo com o estudo, o faturamento das 120 maiores empresas do varejo, de R$ 345 bilhões, representa 29,5% do PIB brasileiro.

Confira o ranking das dez primeiras colocadas no ranking dos maiores faturamentos em 2018: 

1. Carrefour (R$ 56,3 bilhões)

2. Grupo Pão de Açúcar (R$ 53,6 bilhões)

3. Via Varejo (R$ 30,5 bilhões)

4. Walmart (R$ 23 bilhões)

5. Lojas Americanas (R$ 20,8 bilhões)

6. Magazine Luiza (R$ 18,8 bilhões)

7. Raia Drogasil (R$ 15,5 bilhões)

8. Renner (R$ 9,7 bilhões)

9. Drogarias DPSP (R$ 9 bilhões)

10. Grupo Guararapes (R$ 8,2 bilhões)

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