Donald Trump desistiu da ideia de usar a força para adquirir a Groenlândia, mas continua a pressionar por uma negociação, gerando tensões internacionais
Donald Trump afirmou que não usará a força militar para tomar a Groenlândia, mas reiterou seu interesse em negociar a compra do território. A declaração ocorre em meio a críticas à Europa e a questionamentos sobre a defesa da ilha.
O presidente americano também destacou que os Estados Unidos gastaram “trilhões de dólares” na defesa dos países da OTAN e da Europa, e espera uma retribuição por parte desses aliados. Trump insiste que a compra da Groenlândia é uma possibilidade, argumentando que “ninguém pode defender o território como os EUA”.
Na véspera, o secretário do Tesouro dos EUA sinalizou que Trump “transmitirá sua mensagem” sobre as tarifas comerciais e as tensões envolvendo a Groenlândia. A declaração sugere uma intensificação da pressão americana sobre a Europa.
Em resposta, Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, utilizou o Fórum Econômico Mundial para criticar as tarifas impostas pelos EUA, classificando-as como um “erro”, e para defender a soberania da Groenlândia. A disputa demonstra a crescente divergência entre os dois lados do Atlântico.
Na terça-feira, Trump expressou incerteza sobre como a Suprema Corte dos EUA irá se posicionar em relação à legalidade de suas tarifas, alertando para a possibilidade de que elas sejam revertidas. Essa declaração adiciona um novo elemento de imprevisibilidade ao cenário econômico global.
A insistência de Trump na compra da Groenlândia, combinada com suas críticas à Europa e a ameaça de tarifas, intensifica as tensões comerciais e geopolíticas, gerando preocupações sobre o futuro das relações transatlânticas. A situação continua a ser monitorada de perto por analistas e governos em todo o mundo.
Com informações do G1











