O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar a China com a imposição de tarifas adicionais sobre seus produtos nesta segunda-feira (20). Trump afirmou que os EUA podem taxar o gigante asiático em até 155% a partir de 1º de novembro caso as negociações comerciais entre os dois países não avancem para um acordo.
Tensões comerciais
A declaração intensifica a tensão em meio às negociações comerciais em curso entre Washington e Pequim. As disputas comerciais entre os dois países têm impactado a economia global, afetando cadeias de suprimentos e o comércio internacional. Os EUA acusam a China de práticas comerciais desleais, como roubo de propriedade intelectual e subsídios estatais injustos.
Atualmente, já existem tarifas em vigor sobre centenas de bilhões de dólares em bens trocados entre os dois países. A nova ameaça de Trump representa uma escalada nas tensões e pode levar a uma nova rodada de retaliações.
As negociações entre os Estados Unidos e a China têm sido intermitentes e marcadas por avanços e retrocessos. Embora ambas as partes tenham expresso o desejo de alcançar um acordo, as divergências em questões-chave têm dificultado o progresso.
Analistas alertam que uma escalada nas tensões comerciais pode ter consequências negativas para a economia global, incluindo o aumento dos preços ao consumidor e a desaceleração do crescimento econômico.











