A tenente dentista do Exército, que trabalha no Hospital de Guarnição de Porto Velho, Karina de Freitas Fogolin, de 41 anos, deu um tiro de pistola e matou o próprio marido, o empresário Bruno Piva Júnior, de 52 anos. Ele morreu após passar mais de 50 dias internado após o crime.
A então tentativa de homicídio ocorreu em Praia Grande, no litoral de São Paulo, no começo de dezembro. A militar tentou convencer os policiais que foram atender a ocorrência que o disparo havia sido feito por um ladrão em uma tentativa de assalto.
A Polícia Civil de São Paulo ainda apura o caso. Já o Exército informou que, por não se tratar de crime militar, o caso está tramitando na Justiça Comum.
A tenente chegou a ser presa em flagrante após balear o marido, durante uma discussão na residência do casal. À época, os policiais estavam em patrulhamento quando receberam a informação de que havia um homem ferido por disparo de arma de fogo no tórax.
No dia do crime, testemunhas falaram aos policiais militares que o disparo foi feito por Karina. Ao ser questionada, a mulher disse aos policiais que houve uma tentativa de roubo e que não tinha arma. Segundo ela, o suposto atirador fugiu do local.
Emaixo de um carro
Mas, durante buscas na casa dela, a polícia encontrou uma pistola embaixo de um carro parado na garagem. Questionada, a tenente admitiu o disparo e informou que seu companheiro possuía uma arma longa e munição em casa.
Em nota, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) informou que o caso está sendo investigado pela Polícia Civil e se manifestou pela continuidade da prisão da suspeita, que foi solta por decisão judicial.
Também por meio de nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o caso foi investigado pelo 2º DP de Praia Grande. Karina foi indiciada por homicídio tentado no momento do flagrante e a Justiça concedeu a liberdade provisória. Fonte: Rondoniaovivo










