Informação é com a gente!

10 de fevereiro de 2026

Informação é com a gente!

10 de fevereiro de 2026

Tecnologia tocantinense usa impressão 3D para combater a dengue

peixe-post-madeirao
peixe-post-madeirao

Últimas notícias

09/02/2026
Publicação legal: Pedido de Renovação da Licença de Operação
12/01/2026
Edital de convocação: ASSOCIAÇÃO BENEFICIENTE QUEIROZ ALMEIDA
02/01/2026
Pedido de renovação de licença de operação e outorga
02/01/2026
Pedido de renovação de licença de operação e outorga
12/12/2025
Publicação legal: Edital de convocação
12/12/2025
Publicação legal: Termo de adjudicação e homologação
02/12/2025
Asprocinco: Comunicado de recebimento de recurso e publicação
02/12/2025
Asprocinco: Comunicado de recebimento de recurso e publicação
08/10/2025
Aviso de licitação: Pregão eletrônico – licitação n. 90011/2025 – menor preço global
02/10/2025
Publicação legal: Termo de Homologação – Pregào 9009/2025

Uma startup tocantinense, a Wasi Biotech, está desenvolvendo uma solução inovadora para o combate à dengue, zika e chikungunya: um dispositivo impresso em 3D capaz de atrair e contaminar o mosquito Aedes aegypti. O projeto, coordenado pelo pesquisador Walmirton D’Alessandro, utiliza um fungo para infectar o mosquito, reduzindo sua população ao disseminar o patógeno.

O dispositivo é produzido com impressora 3D, o que permite a fabricação local e a redução de custos logísticos, facilitando a replicação em diferentes regiões. A equipe também priorizou o design, buscando um produto discreto para instalação em residências e espaços públicos.

Equipe da startup Wasi Biotech e da Fapt durante visita técnica ao projeto apoiado pelo Programa Centelha 2 – Divulgação/Acervo Pessoal

Além da atratividade, o dispositivo possui recursos de monitoramento, emitindo sinais GSM para coletar dados sobre temperatura, umidade, pressão atmosférica e localização. Essas informações auxiliarão gestores públicos no combate às arboviroses, criando um observatório digital para vigilância em saúde.

O projeto está na fase final do Programa Centelha 2 TO, com a segunda versão aprimorada. Os testes iniciais são promissores e a expectativa é expandir a aplicação para Palmas e Gurupi, além de outras cidades. A iniciativa também investe em educação científica, com materiais acessíveis para a população.

O professor Walmirton D’Alessandro destaca a importância do Programa Centelha para tirar a ideia do papel e estruturar a startup. O governo do Tocantins, através da Fapt, tem sido fundamental para o desenvolvimento do projeto.

Com informações do Portal Amazônia.

Página inicial / Inovação / Tecnologia tocantinense usa impressão 3D para combater a dengue