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10 de março de 2026

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Sob risco de retaliações, Megaoperação é preparada para transferir Marcola. Rondônia é o destino

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Uma megaoperação, com policiais do estado de São Paulo e da União, foi organizada para a transferência do líder do PCC, Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola.

Todo o aparato se fez necessário, pois se trata de um dos mais perigosos criminosos do país e, que teria gasto 100 milhões de dólares, gastos com mercenários, armas, munições e estrutura, para resgatá-lo.

Um dos comandantes da PM de São Paulo, escreveu a seguinte nota à um portal de notícias, na manhã de quarta-feira. “Considerando sua periculosidade e a possibilidade de ações em retaliação, solicito aos senhores que repassem às suas unidades operacionais e de inteligência que nos passem de imediato qualquer informação relevante que possa surgir a respeito de movimentação em presídios, ações criminosas coordenadas ou qualquer tipo de ação de retaliação”.

Policiais civis e militares paulistas ficaram aquartelados e de sobreaviso para participar da operação.

A ação integrou diversos órgãos estaduais e federais: as secretarias de Segurança Pública e de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo, a Força Aérea Brasileira (FAB), o Exército Brasileiro, a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

RETALIAÇÕES DO PCC

O governador de São Paulo, João Doria, garantiu que foram tomadas medidas preventivas para impedir retaliação de membros do PCC, após a transferência de líderes para presídios federais, na quarta-feira, dia 13.

“Todas as ações preventivas foram adotadas pelas forças de segurança do estado de São Paulo e no âmbito federal, prevenindo e resguardando de qualquer reação”, declarou o governador.

Inicialmente, os presos ficarão 360 dias sob custódia federal. Durante os 60 primeiros dias, em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), prazo que pode ser estendido.

O destino dos 22 prisioneiros foi definido pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen), do Ministério da Justiça, responsável pelos cinco presídios federais: Brasília (DF), Catanduvas (PR), Campo Grande (MS), Mossoró (RN) e Porto Velho (RO).

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