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10 de março de 2026

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Site da companhia aérea estatal da Venezuela é alvo de ataque hacker e sai do ar

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Conviasa foi alvo de um possível ciberataque, atribuído ao grupo Anonymous

Na tarde desta sexta-feira, 2 de agosto, o site da companhia aérea Conviasa ficou fora do ar, o que levantou suspeitas de um possível ciberataque. Diversos usuários relataram a situação, que foi posteriormente confirmada por meios de comunicação locais.

Relatórios sugerem que o grupo de hackers Anonymous pode estar por trás do ataque. Os hackers teriam divulgado documentos que revelam “voos regulares” da Conviasa para destinos como Síria, Irã e Coreia do Norte, transportando membros do governo de Nicolás Maduro e, supostamente, terroristas. Esses voos são conhecidos como Aeroterror, devido às rotas e ao conteúdo transportado.

A Conviasa, principal companhia aérea estatal da Venezuela, tem uma posição dominante no mercado local, com a maior frequência de voos e número de destinos entre as oito companhias aéreas venezuelanas registradas. Por anos, a empresa foi alvo de acusações de uso para atividades ilícitas pelo regime de Maduro.

A companhia aérea também está sob sanções do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, o que limita suas operações financeiras e dificulta a aquisição de peças de reposição e novas aeronaves, já que o mercado é amplamente dominado por transações em dólares.

Enquanto o site da Conviasa permanecia fora do ar, outras companhias aéreas venezuelanas continuavam operando normalmente. A Conviasa atualmente realiza um voo semanal para o Brasil, conectando Manaus a Puerto Ordáz, operado por jatos Embraer E190.

O Ministro do Poder Popular para o Transporte do regime venezuelano, Ramón Celestino Velásquez Araguayán, usou sua conta no Twitter para denunciar o ataque: “Hoje denunciamos que, desde a Conviasa, fomos alvo de um ciberataque perpetrado pelo coletivo hacktivista Anonymous. No entanto, felizmente, agimos para resguardar todas as informações da nossa linha aérea bandeira, que foi novamente atacada por fascistas subservientes ao imperialismo norte-americano e vinculados a Elon Musk.”

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