Para promover a reabilitação hospitalar de pacientes após a alta da COVID-19, o Hospital Sírio-Libanês, via Programa de Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS), elaborou um plano de ação a pedido do Ministério da Saúde para atender a resposta emergencial à covid-19 em Rondônia, para aprimorar ferramentas de assistência e otimizar os fluxos de intervenção em pacientes.
As instituições contempladas pela iniciativa emergencial recebem treinamentos presenciais, aulas online e consultorias prestadas por equipes do Sírio-Libanês, que buscam a reabilitação hospitalar de pacientes após a alta do cuidado intensivo da doença, como no Hospital Regional de Cacoal.
Em reunião com a Secretaria de Saúde do município, percebeu-se que os pacientes com Covid-19 ficavam muito tempo nas UTI’s e tinham uma recuperação demorada. “Pedimos ao Sírio-Libanês para levar um pouco da experiência do nosso projeto de Reabilitação pós-Covid-19 para Rondônia, pois acreditamos que capacitando os profissionais de saúde com o protocolo de alta segura, conseguiríamos um maior giro de leitos e que os pacientes ficassem menos tempo internados. E consequentemente, aumentar as funcionalidades e capacidade de dependência desses pacientes. A operação foi um sucesso!”, declara Andrezza Serpa, diretora do Departamento de Gestão e Ações Estratégicas – DGAE/SAES/MS.
Campanha
Com este objetivo, a equipe do projeto também prestou atendimento no Hospital de Campanha Regina Pacis – em Porto Velho –, no Centro de Reabilitação de Rondônia (Cero) e no Hospital AMI – Assistência Médica Intensiva – também em RO.
A experiência demonstra-se positiva no atendimento prestado aos pacientes acometidos pela doença, como afirma Rafael Esteves, consultor do Hospital Sírio-Libanês:
“Esta iniciativa emergencial tem por intenção aumentar o giro de leitos de enfermarias e das Unidades de Terapia Intensiva com segurança para os pacientes, ao mesmo tempo que aumenta a oportunidade de mais pacientes serem atendidos, sem a necessidade de abertura de novos leitos. Ou seja, a ideia é acelerar a alta de pacientes, de forma segura, através das ferramentas que estão sendo implantadas”.










