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16 de março de 2026

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Sem raiva humana há 20 anos, população deve manter os cuidados para evitar a doença

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A raiva é uma doença fatal que pode ser transmitida de um animal infectado para uma pessoa por meio, principalmente, de mordedura, lambedura ou arranhão.

 Mesmo sem registro de casos, a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) ressalta os cuidados que a população deve tomar como medida preventiva e reforça que a melhor forma de evitar a doença é a vacinação dos animais domésticos.

Em Porto Velho, o último registro de óbito pela doença ocorreu em 2003. Há 20 anos que a Semusa, através da Divisão de Controle de Zoonoses em Animais Domésticos e Sinantrópicos (DCZADS), trabalha efetivamente no combate à doença por meio da vacinação animal que ajuda na proteção dos moradores da capital.

Dados

Entre 2017 a 2022 foram realizados 9.140 atendimentos envolvendo incidentes antirrábicos como arranhões e mordidas, porém sem gravidade e nenhum registro de óbito. As campanhas de vacinação antirrábica são ofertadas anualmente em mais de 120 pontos da capital.

Além disso, a Divisão realiza a imunização em animais domésticos diariamente e de forma gratuita, das 8h às 17h, na sede da Divisão de Controle De Zoonoses, localizada na av. Mamoré n° 1120, bairro Cascalheira e também no trailer de vacinação, situado no Parque Circuito, av. Lauro Sodré, n° 2983, bairro Olaria.

Orientação

Edson Neves da Cruz, gerente da Divisão de Controle de Zoonoses, orienta a população que evite contato direto com os animais silvestres, pois as chances de contaminação são grandes.

“É preciso ter consciência de que os animais não domésticos são os principais transmissores da raiva, não podemos tentar proximidade pois isso facilita os acidentes. Evitar fazer carinhos, brincar, alimentar e quando localizar um animal silvestre na área urbana não tentar proximidade e acionar um órgão competente. São cuidados fundamentais para não colocar sua saúde em risco”, frisa o gerente.

O gerente da Divisão ainda ressalta que apesar disso os animais silvestres não são os vilões da história e que é indispensável entender a diferença entre evitar e maltratar o animal não domesticado.

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