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22 de março de 2026

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Seca e calor extremo: rios da Amazônia atingem níveis críticos

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Pesquisa aponta que eventos climáticos extremos ameaçam a vida aquática e os serviços ecossistêmicos na região.

Eventos climáticos extremos, como secas severas e ondas de calor, estão pressionando os ecossistemas fluviais da Amazônia além de seus limites naturais de resiliência. Uma pesquisa publicada na revista Nature Reviews Biodiversity mostra que a natureza tem dificuldade em retornar ao estado anterior após esses eventos sucessivos.

Em 2023, a Amazônia registrou temperaturas inéditas em rios e lagos, ultrapassando os 37°C em alguns locais e atingindo 41°C em toda a coluna d’água em um dos lagos monitorados. Esses níveis de aquecimento causam mortandade de peixes e outros organismos aquáticos, indicando que eventos extremos podem se tornar mais comuns.

Seca extrema e temperaturas recordes de até 41°C levaram ao superaquecimento dos lagos amazônicos - seca na amazônia
Seca 2023 na Amazônia. Foto: Miguel Monteiro/Instituto Mamirauá

“Eventos climáticos extremos estão aumentando em severidade e frequência, remodelando fundamentalmente os ecossistemas fluviais. Os rios funcionam como redes conectadas e, por isso, os impactos de um evento extremo quase nunca ficam restritos a um único ponto, eles se espalham por todo o sistema”, alerta Tadeu Siqueira, um dos autores do artigo.

Especialistas defendem uma mudança de paradigma, com a transição de ações locais e reativas para estratégias antecipatórias e de maior escala, como a restauração de hábitats, a melhoria da conectividade entre rios e a proteção de áreas de recarga de aquíferos.

Com informações do Portal Amazônia.

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