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30 de março de 2026

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Saúde íntima no calor: especialista esclarece mitos e verdades no clima amazônico

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Em regiões de clima quente e úmido, como a Amazônia, dúvidas sobre cuidados com a saúde íntima são frequentes. Entre crenças populares e práticas do dia a dia, muitos hábitos podem ajudar, ou prejudicar, o equilíbrio da região íntima.

A professora Polyana de Vargas, docente do curso de pós-graduação em Ginecologia da Afya Educação Médica de Porto Velho, esclarece os principais mitos e verdades e orienta sobre cuidados essenciais.

 

Calor e umidade causam infecções?

Verdade 

O clima quente e úmido favorece a proliferação de fungos e irritações, mas não é o único responsável por infecções. “O calor e o suor aumentam a umidade local e podem contribuir para o desequilíbrio da região íntima, principalmente quando há abafamento ou roupas úmidas por muito tempo”, explica.

 

Roupas apertadas fazem mal?

Mais verdade do que mito

Peças muito justas e tecidos sintéticos aumentam o calor e dificultam a ventilação, favorecendo desconfortos. “Roupas pouco respiráveis aumentam a umidade e podem favorecer candidíase em pessoas predispostas”, destaca a especialista.

 

Ducha íntima ajuda na higiene?

Mito

A prática pode ser prejudicial à saúde íntima. “A ducha vaginal não é recomendada. Ela altera a flora natural e pode favorecer infecções. A higiene deve ser apenas externa”, orienta.

 

Dormir sem roupa íntima faz diferença?

Pode ajudar

Não é obrigatório, mas pode contribuir para reduzir o abafamento. “O principal não é deixar de usar roupa íntima, mas evitar calor e umidade prolongados na região”, explica Polyana.

 

Coceira e corrimento no calor são normais?

Mito

Apesar de variações naturais, sintomas persistentes não devem ser ignorados. “Coceira, ardor, mau cheiro ou alterações no corrimento não são normais e precisam de avaliação médica”, alerta.

 

Trocar roupa íntima após suar ajuda?

Verdade

Manter a região seca é um dos principais cuidados preventivos. “Ficar com roupa úmida aumenta a umidade e favorece irritações. Trocar a peça é uma medida simples e eficaz”, reforça.

 

Produtos íntimos perfumados são recomendados?

Mito

Eles podem causar irritação e desequilíbrio. “Produtos com fragrância podem agredir a região íntima e mascarar sintomas. O ideal é usar produtos suaves e sem perfume”, orienta.

 

Absorvente diário pode prejudicar?

Verdade

O uso contínuo pode aumentar a umidade e causar irritações. “Não é proibido, mas não deve ser usado de forma constante, principalmente se não houver necessidade”, destaca.

 

Toda alteração íntima é falta de higiene?

Mito

Diversos fatores podem estar envolvidos. “Alterações podem estar relacionadas a hormônios, infecções, medicamentos ou até excesso de higiene. Nem sempre têm relação com falta de cuidado”, explica.

 

Cuidados simples fazem a diferença

No clima amazônico, a recomendação é adotar hábitos simples e evitar excessos. Priorizar roupas leves, manter a região seca e observar sinais do corpo são medidas fundamentais. “Menos produtos e mais atenção à ventilação e aos sintomas. A saúde íntima depende de equilíbrio e cuidado, não de excesso de intervenções”, conclui a especialista.

Com informação e atenção, é possível manter a saúde íntima em dia mesmo diante dos desafios impostos pelo calor e pela umidade.

 

Afya Amazônica

A Afya tem uma forte relação com a Amazônia, com 16 unidades de graduação e pós-graduação na Região Norte. O estado de Rondônia conta com duas instituições de graduação (Afya Centro Universitário São Lucas e Afya Ji-Paraná). Tem ainda dez escolas de Medicina em outros estados da Região: Amazonas (2), Acre (1), Pará (4)  e Tocantins (3). Além delas, a Afya também está presente na região com outras 3 unidades de pós-graduação médica nas capitais Belém (PA), Manaus (AM) e Palmas (TO).

 

Sobre a Afya

A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, reúne 37 Instituições de Ensino Superior, 32 delas com cursos de Medicina e 25 unidades com pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. O grupo conta com 3.766 vagas de Medicina aprovadas pelo MEC e, nos últimos 25 anos, já formou mais de 24 mil alunos.

Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers.

Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil e “Valor 1000” (2021, 2023, 2024 e 2025) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023).

Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar.

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