Informação é com a gente!

29 de novembro de 2025

Informação é com a gente!

29 de novembro de 2025

‘Sai o kit gay e entra a leitura em família’, diz Weintraub

peixe-post-madeirao
peixe-post-madeirao
Jornal Madeirão - 12 anos de notícias

Últimas notícias

08/10/2025
Aviso de licitação: Pregão eletrônico – licitação n. 90011/2025 – menor preço global
02/10/2025
Publicação legal: Termo de Homologação – Pregào 9009/2025
01/10/2025
Termo de Anulação – Processo Administrativo nº: 72868/2024
01/10/2025
Aviso de dispensa de licitação – PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº: 79818/2025
09/09/2025
Publicação legal: Aviso de reagendamento de licitação – 90010/2025
08/09/2025
Aviso de reagendamento de licitação – processo 72868/2024
01/09/2025
Aviso de reagendamento de licitação: processo administrativo 77824/2025
27/08/2025
Publicação Legal: Aviso de Licitação – Processo Administrativo Nº 72868/2024
27/08/2025
Publicação Legal: Aviso de Reagendamento de Licitação – Processo Administrativo Nº 77824/2025
25/08/2025
Publicação legal: Aviso de Reagendamento de Licitação Ampla Participação

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, enalteceu o trabalho desempenhado pela pasta no ano passado durante reunião com o presidente Jair Bolsonaro nesta terça-feira, 7. Ele citou, em especial, o programa Conta para Mim lançado em dezembro, que incentiva a leitura no ambiente familiar. “(O programa) busca justamente valorizar o papel da família com as crianças pequenas nesses primeiros momentos. Sai o kit gay e entra a leitura em família”, disse o ministro, no encontro transmitido ao vivo do Palácio do Planalto.

 

Bolsonaro e seus apoiadores chamam de “kit gay” o material batizado de “Escola sem Homofobia”, que chegou a ser discutido dentro do Ministério da Educação (MEC) em 2011, mas que teve produção e distribuição vetadas pela então presidente da República, Dilma Rousseff. Durante a reunião, foi exibido vídeo de balanço da atuação do MEC em 2019.

Das ações destacadas, Bolsonaro comentou o fim do uso de livros didáticos considerados por ele “péssimos” e uma “vergonha”. O ministro assegurou que a pasta deu uma “boa limpada” no material oferecido nas escolas. “Já saiu muita porcaria, mas ainda vai (sair) alguns (livros) que a gente não gosta”, disse Weintraub.

A questão da ideologia de gênero, mencionada com frequência durante a campanha de Bolsonaro, também foi destaque na conversa. Para o presidente, o tema não deve ser tratado pelo MEC. “Uma parte do eleitorado se simpatizou comigo na pré-campanha e na campanha, tendo em vista a educação. Não vi discussão sobre ideologia de gênero. Isso, no meu entender não é para ser discutido lá (no ministério). O pai quer que o filho seja homem, que a filha seja mulher; coisa óbvia, né”, disse o presidente.

A fala foi apoiada por Weintraub, que acrescentou: “Quem educa é a família, a escola ensina. A gente ensina a ler, a escrever, ensina o ofício. A gente espera que a família eduque as crianças”. O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019, considerado “sem polêmicas”, também foi elogiado pelo presidente na reunião.

Ele retomou as críticas à prova anterior, que mencionava a “linguagem secreta dos gays” e questionou a contribuição do tema para os estudantes: “não consigo entender o que contribuía uma redação com esse tema?”, questionou o presidente. Na verdade, a redação era sobre outro tema, a manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet. A linguagem secreta dos gays fazia parte de uma questão da prova de Linguagens do Enem daquele ano.

A reunião ocorreu em meio a rumores da possível saída de Weintraub do governo. Bolsonaro, contudo, apenas elogiou a atuação do ministro e citou a gestão de Ricardo Vélez, que esteve à frente do MEC até abril de 2019, como um “início conturbado”. Sem citar diretamente o nome de Vélez, Bolsonaro afirmou que apesar de “bem intencionado” faltou “malícia” da parte do ex-ministro para “algumas funções que tinham de ser mudadas”. Fonte: Notícia ao Minuto