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25 de fevereiro de 2026

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RS construirá “cidades temporárias” para acolher vítimas das enchentes

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Locais serão estabelecidos nos principais municípios afetados pelo desastre

Nesta sexta-feira (17), o vice-governador do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza, revelou um plano para criar “cidades temporárias” nos municípios da região metropolitana de Porto Alegre, visando acolher as vítimas das enchentes.

As “cidades temporárias” serão erguidas na capital gaúcha e em três municípios vizinhos: Canoas, São Leopoldo e Guaíba, que abrigam cerca de 70% dos desabrigados do estado. Segundo a Defesa Civil estadual, aproximadamente 80 mil pessoas estão atualmente em abrigos.

Durante uma coletiva de imprensa, o governador Eduardo Leite designou o vice-governador como coordenador das operações emergenciais.

“Esses locais servirão como refúgio temporário, proporcionando conforto e dignidade às pessoas. A estrutura incluirá áreas administrativas, estoques, postos de saúde, espaços de recreação infantil, locais para animais de estimação, chuveiros, banheiros e serviços de assistência social”, explicou Souza.

Os locais exatos para a instalação das cidades temporárias em cada município estão sendo discutidos em conjunto com as prefeituras. De acordo com o plano inicial, os espaços serão o Complexo Cultural do Porto Seco, em Porto Alegre; o Centro Olímpico em Canoas; e o Centro de Eventos em São Leopoldo. A localização em Guaíba ainda está sendo determinada pelo governo estadual.

Cada estrutura terá capacidade para abrigar de 900 a 1 mil pessoas. O processo de montagem está previsto para durar entre 15 e 20 dias, com o início previsto para cinco dias após a assinatura do contrato com o fornecedor.

Além disso, o governo estadual está planejando oferecer ajuda de custo para aluguel e estabelecer abrigos temporários com apoio de organizações internacionais especializadas em desastres, além de áreas para construção de moradias permanentes.

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