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21 de fevereiro de 2026

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Operação flagra mais de 100 pessoas ocupando área ao redor do Parque Estadual Guajará-Mirim em RO

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Até o momento, já são mais de R$ 80 milhões apurados em danos ao meio ambiente. Área ocupada ao redor do Parque Estadual Guajará-Mirim
Polícia Civi
Um grupo formado por mais de 100 pessoas foi flagrado morando ao redor do Parque Estadual Guajará-Mirim. Parte dos ocupantes é alvo na operação Bico Fechado, deflagrada na quarta-feira (9).
A ação combate a ocupação, comércio e a exploração ilegal de recursos naturais no Parque e na área denominada “Bico do Parque”, localizada ao redor da unidade.
Segundo a promotora de justiça, Fernanda Alves Pöppl, foram construídos barracos ilegais por esses invasores. O principal investigado estaria instruindo os demais em como invadir a unidade de conservação, como omitir provas e como atrapalhar o trabalho de fiscalização.
“As investigações começaram ano passado quando se descobriu que uma organização criminosa estava invadindo o Parque. Vários líderes foram identificados ao longo desse tempo. Ontem foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, também foram decretadas medidas cautelares de bloqueio patrimonial”, disse a promotora.
Até o momento, já são mais de R$ 80 milhões apurados em danos ao meio ambiente. O Ministério Público ajuizou uma ação civil pública para desocupação da área e para ressarcimento dos danos ambientais gerados.
A operação é organizada pelo Ministério Público do Estado de Rondônia (MP-RO), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Guajará-Mirim, com o apoio do Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), e a Polícia Civil, por meio das Delegacias Regionais de Guajará-Mirim, de Nova Mamoré e do Departamento de Polícia Especializado.
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