Mulher morta por PF aposentado tinha medida protetiva contra ex, diz TJ-RO; casal ficou junto por 25 anos

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Mulher morta por PF aposentado tinha medida protetiva contra ex, diz TJ-RO; casal ficou junto por 25 anos

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Mulher morta por PF aposentado tinha medida protetiva contra ex, diz TJ-RO; casal ficou junto por 25 anos

Rosilene Chaves de Oliveira, de 46 anos, foi achada morta nua na varanda da casa do suspeito. Crime foi registrado como feminicídio. Rosilene Chaves de Oliveira, de 46 anos, foi achada morta em Porto Velho nesta quarta (4)
Facebook/Reprodução
A assistente social morta pelo ex-marido policial federal aposentado, nesta quarta-feira (4), tinha medida protetiva em vigor contra o suspeito, segundo o Tribunal de Justiça (TJ) de Rondônia. Rosilene Chaves de Oliveira, de 46 anos, foi achada nua na varanda de uma casa e a polícia viu o suspeito debruçado em cima dela dando socos.
Segundo informações do 1º Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, a medida protetiva foi concedida à vítima no dia 20 de junho de 2020, durante plantão judicial.
Três dias depois, a Justiça também determinou a suspensão do porte de arma de fogo do escrivão aposentado da Polícia Federal.
Ainda conforme o TJ, a medida protetiva de Rosilene continuava em vigor.
Juntos por 25 anos
Rosilene e o policial federal ficaram juntos por cerca de 25 anos. Há cerca de um ano eles se separaram, no entanto, amigos afirmam que o suspeito sempre ligava para Rosilene e, em algumas vezes, fazia ameaças.
Vizinhos relataram à Polícia Militar (PM) que quando o casal estava junto havia briga com frequência.
Na noite de terça-feira (3), o policial federal teria chamado a vítima para ir até a casa dele, na Avenida Calama.
Aos policia, após ser preso, o suspeito alegou que tentava reatar a relação após um ano de separação e por isso tinha combinado um encontro na casa dele.
Rosilene Chaves de Oliveira morreu após suposto crime de femicídio
Facebook/Reprodução
Lesões no corpo da vítima
Segundo a perícia, foram encontradas várias lesões no corpo da mulher, principalmente no rosto e na região do pescoço e tórax.
A suspeita é que Rosilene foi vítima de feminicídio. No entanto, o policial aposentado disse que deu socos na mulher depois dela passar mal durante a relação sexual entre eles e que a agressividade foi para fazer massagem cardíaca na ex.
Na casa do suspeito foi apreendida uma pistola, carregadores e 49 munições ponta oca.