Homem procura Polícia Civil para confessar ter matado duas pessoas e abandonado corpos em casa de Cacoal, RO

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Homem procura Polícia Civil para confessar ter matado duas pessoas e abandonado corpos em casa de Cacoal, RO

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Homem procura Polícia Civil para confessar ter matado duas pessoas e abandonado corpos em casa de Cacoal, RO

Vítimas do duplo homicídio foram identificadas como Marcos Ribeiro e Josiel dos Santos. Suspeito
contou que cometeu o crime porque os homens ‘atentaram contra a honra’ da família dele. Área onde dois homens foram encontrados mortos em Cacoal (RO)
Matheus Afonso/Rede Amazônica
O suspeito de matar dois homens em Cacoal (RO) e abandonar os corpos em uma residência, procurou a Polícia Civil nesta quinta-feira (9) e confessou a autoria do assassinato. Em depoimento, ele contou que cometeu o crime porque os homens “atentaram contra a honra” da família dele.
As vítimas do duplo homicídio foram identificadas como Marcos Ribeiro e Josiel dos Santos.
No depoimento, o suspeito descreveu como o episódio aconteceu: a primeira vítima foi morta no fim da tarde da terça-feira (7) com duas facadas. O segundo homem foi morto já durante a madrugada da quarta-feira (8), com um golpe de faca.
As informações prestadas pelo suspeito confirmam a teoria inicial da perícia, que acreditava que os dois homens foram mortos em horários distintos. Um deles foi encontrado dentro da residência e o outro na parte externa.
“Ele matou a primeira vítima, empurrou ela para fora da varanda, deixou jogada lá no fundo e permaneceu na residência como se nada tivesse acontecido”, informou a delegada responsável pelo caso, Erica Demarchi.
Segundo Demarchi, a suspeita é que o homem sentiu ciúmes da ex-mulher, com quem não convive há mais de 12 anos.
A ex-mulher do suspeito vive na casa onde os corpos foram encontrados. De acordo com a polícia, várias pessoas passam pela residência, incluindo homens, e por este motivo o suspeito ficou enciumado e decidiu cometer o crime.
O homem informou à polícia que é usuário de drogas desde os 12 anos. Já que o caso não configura como flagrante, ele foi liberado após o interrogatório.
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