O Estado de Rondônia obteve a menor taxa de desocupação do país, com 2,3%, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do IBGE, referentes ao terceiro trimestre de 2023, divulgada na quarta-feira. Ao todo, são 833 mil pessoas empregadas em todo o Estado.
Para o governador Marcos Rocha, o Estado atingiu esta marca devido às ações contínuas do Poder Executivo para atrair investimentos, que levaram, como consequência, à geração de mais emprego e renda. “Temos trabalhado no desenvolvimento de políticas públicas que proporcionam melhorias na qualificação profissional da população, além de viabilizar a abertura de empresas, o que tem sido facilitado pelo Estado”, destacou.
De acordo o titular da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec), Sérgio Gonçalves, a redução da taxa de desocupação em Rondônia, “é resultado do crescimento da economia, aumento da capacidade de gerar empregos pelas empresas, melhoria nas ações de capacitação do trabalhador aliado à forte política pública do Governo de Rondônia para estimular a economia na ampliação de oportunidades de negócios, geração de mais emprego e renda”, pontuou.
INFORMALIDADE – Ainda conforme o IBGE, mesmo com a baixa taxa de desocupação, Rondônia ainda possui um alto índice de informalidade. A pesquisa detectou que no terceiro trimestre deste ano, 45,3% das pessoas ocupadas não tinham registro em carteira de trabalho ou no CNPJ. O trabalho informal é aquele sem vínculos de registro em carteira de trabalho ou documentação equivalente, sendo geralmente desprovido de benefícios, como remuneração fixa e férias pagas.
Do total de pessoas empregadas:
321 mil estavam empregados no setor privado, sendo 38,5% do total de trabalhadores;
284 mil são trabalhadores autônomos, representando 34,1%;
184 mil são trabalhadores do comércio, sendo 22,1% do total;
166 mil desempenham suas atividades na administração pública, que engloba defesa, seguridade social, educação, saúde e serviços sociais; representando 19,9% do total; e
162 mil trabalham na agropecuária, representando 19,4% do total.










