Rodolpho Guimarães Valle, Sereníssimo Grão-mestre da GLOMAM por um curto período em 1977, é lembrado como um líder que, mesmo à frente da organização por apenas três meses, deixou uma marca indelével na história da maçonaria amazonense. Sua passagem foi comparada à de um cometa, iluminando o caminho com sabedoria e dedicação.
Sua contribuição para a maçonaria se materializou em obras como ‘Centenário Maçônico’, sobre a Grande Benemérita Loja Simbólica Esperança e Porvir, e ‘Efeméride Maçônica’, dedicada à Grande Benemérita Loja Simbólica Amazonas, que se tornaram referências para estudiosos e membros da ordem. Iniciado na Loja Simbólica Rio Negro em 1956, Valle também ocupou o cargo de Venerável Mestre na Loja Simbólica Amazonas entre 1963 e 1974.

Além da atuação na maçonaria, Rodolpho Guimarães Valle teve uma trajetória multifacetada. Formado em Direito pela Faculdade de Direito do Amazonas em 1948, atuou na política como deputado, vereador e presidente da Câmara Municipal de Manaus, chegando a ocupar o cargo de prefeito interino. Foi casado com Consuelo Campelo de Medeiros, com quem teve seis filhos, e recebeu a Medalha do Mérito Cultural Rodolpho Valle da Câmara Municipal de Manaus.
Sua dedicação à cultura e ao conhecimento também se refletiu em sua atuação como professor de História, orador e membro da Academia Amazonense de Letras e do Instituto Geográfico e Histórico de Manaus. Faleceu em 4 de novembro de 1977, deixando um legado que é homenageado até hoje, com a Escola Municipal Rodolpho Valle levando seu nome, um exemplo de seus princípios democráticos.
Com informações do Portal Amazônia.










