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29 de novembro de 2025

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Risco de rebelião em presídio de Rio Branco, no Acre

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O Promotor de Justiça Tales Tranin, da Promotoria Especializada de Tutela do Direito Difuso à Segurança Pública, instaurou um inquérito civil com a proposta de endurecer o jogo contra os problemas ocasionados pela quantidade insuficiente de agentes penitenciários para atender a demanda do sistema prisional no Acre. Segundo publicado no portal Ac24horas, a portaria do Inquérito Civil Público é um retrato do sistema prisional acreano, evidenciando a superlotação carcerária nos presídios de Rio Branco, a falta de estrutura e espaço físico, a insalubridade, bem como os riscos à integridade física e psicológica dos detentos.

Outro fato que o promotor chama a atenção é a presença de facções no estado e o fato de que os presos são alocados nos pavilhões de acordo com o grupo do qual fazem parte, fato que demanda maior atenção quanto à logística utilizada para manter a separação, a fim de evitar conflitos. O Promotor explicita que os problemas são relatados por causa do efetivo reduzido de agentes. Tales Tranin afirma que informações obtidas através da direção do Complexo Penitenciário Dr. Francisco de Oliveira Conde dão conta de que há dois pavilhões construídos, que não foram inaugurados em razão do déficit de agentes penitenciários. Há ainda a possibilidade de rebelião, de acordo com informações colhidas durante as inspeções prisionais.

Com informações do Portal Ac24horas