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17 de fevereiro de 2026

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Rios da Amazônia se recuperam após seca severa

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Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Depois de dois anos de seca extrema, os rios da região amazônica estão voltando a níveis mais próximos do normal. A boa notícia traz alívio para comunidades ribeirinhas e para a economia da região, que sentiram o impacto da estiagem prolongada.

Em 2023 e 2024, a Amazônia enfrentou uma das piores secas dos últimos tempos, causada por uma combinação de fatores, como o El Niño e o aumento da temperatura do oceano Atlântico. Essa situação levou a mínimas históricas nos níveis dos rios Negro, Solimões, Acre, Purus, Madeira e Amazonas.

De acordo com o 42º Boletim de Monitoramento Hidrológico da bacia, divulgado nesta terça-feira (21), a estabilidade dos níveis atuais é resultado de um período de clima mais neutro, com chuvas dentro da média histórica.

“Neste ano, temos um quadro de normalidade hidrológica, com níveis adequados na maioria das áreas monitoradas. Apenas no sul do Amazonas, alguns rios como o Juruá e o Purus ainda estão um pouco abaixo do esperado para esta época”, explica Andre Martinelli, pesquisador em geociências da Superintendência Regional de Manaus (SUREG-MA).

Apesar do cenário positivo, os especialistas alertam para a necessidade de monitoramento contínuo. Os modelos climáticos indicam a chegada do fenômeno La Niña nos próximos meses, que costuma trazer mais chuvas para a região. No entanto, ainda não é possível prever a intensidade e a duração desse efeito.

Como está a situação em alguns rios?

Atualmente, a maioria dos rios ainda está em processo de vazante, mas o trecho mais alto do rio Solimões já começou a subir. O nível do rio Negro, em Manaus, está cerca de 7 metros acima do registrado durante a seca de 2024.

A previsão para o rio Tapajós, em Itaituba (PA), é de uma seca moderada, com níveis mais altos do que os registrados no ano passado, que atingiram o menor patamar da série histórica. Já o rio Amazonas, em Itacoatiara (AM), deve apresentar uma seca de intensidade moderada.

Os dados coletados pelo Sistema de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SGB) estão sendo utilizados em reuniões com a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e outros órgãos para acompanhar a situação e planejar ações de prevenção e mitigação de possíveis impactos.

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