Com um trabalho voltado para ressocialização e bem estar da população, o Governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado da Justiça – Sejus, realiza em Vilhena, o projeto “Semear e Ressocializar”. A ação consiste na utilização da mão de obra reeducanda em variadas frentes de trabalho, que iniciam dentro das unidades prisionais se estendendo às ruas de todo o município.
O projeto iniciou há cerca de quatro anos, com o apoio dos servidores do Centro de Ressocialização Cone Sul e atualmente possui convênio firmado com a Prefeitura, celebrado há 7 meses. No total, ficam à disposição da prefeitura de Vilhena, 80 reeducandos que realizam construções, limpeza, revitalização de órgãos públicos, pintura, jardinagem, entre outros.
Nenhuma fuga
O trabalho dos reeducandos é acompanhado por 16 policiais penais e apesar do elevado número de privados de liberdade nas ruas trabalhando, o coordenador do projeto, Silvano Alves Pessoa, destaca: “Não temos registro de nenhuma fuga e a reincidência dos apenados que passam pelo projeto chega a ser quase nula, totalizando menos de 1%, ao longo dos 4 anos de funcionamento ”.
Aval
O projeto tem o aval do Ministério Público através do promotor de justiça Elicio de Almeida e Silva e do judiciário local, por meio Juiz de Direito da 2ª Vara Criminal da Comarca de Vilhena, Adriano Lima Toldo, . Os reeducandos são selecionados pela Comissão de Classificação da unidade e só vão às ruas após um longo período de ressocialização e readaptação voltados para o trabalho fora da unidade
prisional. Aliado a isso, os internos são capacitados por meio de cursos ofertados através de parceria da Sejus com o Instituto Federal de Rondônia – Ifro e Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Seac.
Segundo o secretário da Sejus, Marcus Rito, grande parte dos reeducandos não tem profissão, e após o contato com o projeto tem a oportunidade de atuar em mais de 14 áreas, sendo elas, mecânico de veículo leve, mecânico de veículo médio, mecânico de veículo pesado, mecânico de moto, horticultor, fruticultor, pedreiro, pintor, grafiteiro, lavador de veículos, jardinagem, eletricista predial, eletricista residencial, eletricista de automóveis, funileiro, entre outras.
O trabalho dos reeducandos é acompanhado por 16 policiais penais e apesar do elevado número de privados de liberdade nas ruas trabalhando, o coordenador do projeto, Silvano Alves Pessoa, destaca: “Não temos registro de nenhuma fuga e a reincidência dos apenados que passam pelo projeto chega a ser quase nula, totalizando menos de 1%, ao longo dos 4 anos de funcionamento ”.











