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24 de fevereiro de 2026

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Reconhecimento e Respeito: III Maloca chega ao fim e promovendo imersão na cultura e história indígena

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A programação na Universidade contou com uma exposição de Arqueologia e visitas às coleções de Ictiofauna, Mastozoologia e Botânica

A III Mostra Estudantil de Arte e Cultura Indígena (Maloca 2025) chegou ao fim na quarta-feira (11), consolidando-se como um dos maiores encontros de valorização da cultura indígena no ambiente escolar da Região Norte. A programação encerrou no Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM). A mostra foi promovida pelo governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), e reuniu cerca de 170 participantes de 34 escolas indígenas da Rede Estadual de Ensino, representando 30 etnias diferentes.

Visitas às coleções de Ictiofauna da Unir

Durante três dias, de 9 a 11 de junho, estudantes, dirigentes e chefes de delegação das etnias Kaxarari, Suruí, Cinta Larga, Oro Nao, Oro Waram Xijein, Oro Mon, Oro Waram, Oro Jowin, Aikanã, Mamaindê, Tawandê, Sabanê, Negarotê, Arara, Gavião, Zoró, Kanoe, Tupari, Aruá, Karipuna, Uru Eu Wau Wau, Karitiana, Amondawa, Wajuru, Jaboti, Kampé, Arikapú, Kwazá, Makurap e Puruborá, estiveram imersos em uma vasta programação. As atividades incluíram apresentações artísticas mistas, abrangendo música, dança, teatro, arte livre e a exibição de filmes produzidos pelos próprios alunos/artistas, proporcionando um palco vibrante para a expressão de suas identidades.

O último dia da Maloca 2025 foi dedicado à educação e ao patrimônio histórico. Pela manhã, os participantes visitaram a Universidade Federal de Rondônia (Unir) para uma atividade pedagógica guiada. A programação na Unir contou com uma exposição de Arqueologia e visitas às coleções de Ictiofauna, Mastozoologia e Botânica, oferecendo um mergulho no conhecimento científico e na rica biodiversidade da região.

O encerramento da mostra foi marcado por uma visita guiada à Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM) e seu museu. Os estudantes também exploraram o Cemitério da Candelária & Cemitério das Locomotivas e o Hospital da Candelária, aprofundando-se na história e memória de Rondônia. A Maloca 2025 foi finalizada com apresentações de danças tradicionais, selando a celebração da cultura indígena.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, celebrou o sucesso da terceira edição da Maloca. “A Maloca fortaleceu o intercâmbio cultural entre as comunidades indígenas e promoveu o reconhecimento da diversidade étnica presente no estado”, afirmou.

UM ESPAÇO DE INTERCÂMBIO 

Estudantes indígenas visitaram a exposição de Mastozoologia

A secretária de Estado da Educação, Ana Lúcia Pacini, enfatizou a importância da Mostra. “Mais que um evento artístico, a mostra foi um espaço de intercâmbio entre os povos e saberes indígenas”, declarou. Ela ressaltou que “Eventos como a Maloca fortalecem a identidade, valorizam a memória ancestral e reafirmam o compromisso da escola com uma educação plural, inclusiva e comprometida com os direitos dos povos originários”.

A gerente de arte e cultura da Seduc, Sabrynne Sena destacou que a Mostra foi essencial para que os estudantes indígenas expressassem suas identidades e fortalecessem suas tradições. “Todas as produções foram de temática livre, mas voltadas à valorização da memória, dos saberes ancestrais e da cultura indígena como parte fundamental da formação dos jovens”, explicou.

Para o gerente de Educação Escolar Indígena, Quilombola e Campo (GEEIQC), Antônio Puruburá, a Maloca também representou uma oportunidade para a sociedade rondoniense conhecer de perto a riqueza, a diversidade e a resistência dos povos originários do estado. “Ações como essas promovem  reconhecimento e valorização das culturas milenares”, opinou.

 

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