O Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) em Manaus registrou a entrada de 878 animais silvestres ao longo de 2025, conforme dados do Ibama. Os animais chegaram ao local por meio de resgates, apreensões e entregas voluntárias.
De acordo com o Ibama, 103 animais foram apreendidos em ações de fiscalização, enquanto 602 foram resgatados de situações de risco, como incêndios florestais e aparições em áreas urbanas. As operações contam com a parceria do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAmb) e do Corpo de Bombeiros.
Entre os casos de destaque, estão o resgate de Golias, um filhote de onça-pintada que vivia como animal de estimação, e de uma onça-pintada debilitada encontrada no Rio Negro, que apresentava ferimentos causados por disparos. Outros resgates envolveram um gavião-pedrês, filhotes de aracuã e um filhote de gavião-real, encaminhado ao Projeto Harpia.
O resgate de animais silvestres é definido pela legislação ambiental como a retirada de indivíduos da fauna nativa em situações de risco, visando garantir sua sobrevivência e posterior destinação adequada. A rápida mobilização das equipes e a colaboração da comunidade são fundamentais para o sucesso dessas ações.

A onça-pintada resgatada no Rio Negro, após ser atingida por um disparo, recebeu cuidados veterinários intensivos.

O gavião-pedrês e os filhotes de aracuã foram reabilitados no Cetas Manaus antes de serem reintegrados ao habitat natural.
Com informações do Portal Amazônia.










