A Fundação Rede Amazônica (FRAM) está promovendo o Projeto Consciência Limpa no Acre, uma iniciativa com mais de 20 anos de atuação na Região Norte, focada em educação ambiental, sustentabilidade e engajamento da comunidade. O projeto visa conscientizar a população sobre os problemas ambientais e promover atitudes mais responsáveis no dia a dia.
O Consciência Limpa utiliza educação, ações práticas e comunicação para estimular mudanças de comportamento, abordando temas como destinação correta de resíduos, arborização urbana, prevenção de queimadas, economia circular e consumo consciente. No Acre, as ações são especialmente relevantes diante dos recentes eventos climáticos extremos, como as cheias em Rio Branco.
“O Consciência Limpa tem como objetivo gerar um impacto direto na consciência ambiental da população, unindo educação, mobilização social e incentivo ao descarte correto de resíduos”, afirma o coordenador do projeto, Matheus Aquino. “O projeto é ainda mais importante neste momento, porque o Acre e toda a Amazônia enfrentam desafios ambientais urgentes, e a participação da população é essencial para a construção de soluções reais”.
Entre as ações planejadas estão a Ação Consciência Limpa, com expositores de bem-estar, cidadania e educação ambiental no Lago do Amor (28 de fevereiro), e a campanha Descarte Consciente – Drive-thru de Resíduos, para coleta de eletrônicos, pilhas, baterias e óleo de cozinha. Além disso, será realizado um Painel Consciência Limpa em março, reunindo especialistas para discutir soluções sustentáveis. O plantio de mudas também integra o projeto, visando a recuperação de áreas degradadas.
De acordo com Anderson Mendes, gerente de conteúdos especiais da FRAM, as campanhas educativas são cruciais para informar e incentivar o descarte correto de resíduos, evitando a poluição e gerando renda extra com a reutilização. “É por meio dessas ações práticas que o projeto busca sensibilizar a população e incentivar atitudes responsáveis que contribuam para a preservação do meio ambiente e a melhoria da qualidade de vida das comunidades”, destaca Mariane Cavalcante, diretora executiva da FRAM.
Com informações do Portal Amazônia.












