IFRO afasta professor após denúncia de assédio a estudante em Porto Velho. Instituição garante apoio à vítima e investigação rigorosa
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO) afastou um professor após uma denúncia de assédio contra uma aluna em Porto Velho. A instituição informou que a estudante que fez a denúncia foi ouvida por uma equipe especializada, que garantiu acolhimento e os encaminhamentos necessários.
O caso foi registrado na Ouvidoria do IFRO e encaminhado à Corregedoria para investigação. A Polícia Civil também acompanha o caso. Como medida imediata, o IFRO determinou o afastamento cautelar do servidor acusado e proibiu sua entrada nas dependências da instituição. O objetivo, segundo a instituição, é “proteger a estudante, a comunidade escolar e garantir a transparência do processo de apuração”.
A análise do caso será realizada pela Comissão Permanente de Processos Administrativos Disciplinares, que tem até 60 dias para concluir o relatório. Durante esse período, o servidor terá direito ao contraditório e à ampla defesa, “conforme prevê a lei”. O IFRO também está oferecendo suporte à família da estudante.
O instituto reforçou que “não tolera qualquer forma de assédio ou violência e que situações desse tipo são tratadas com rigor e responsabilidade”. Para prevenir novos casos, o IFRO anunciou medidas adicionais, incluindo campanhas educativas sobre respeito e convivência, fortalecimento dos canais de denúncia com garantia de sigilo, formações continuadas para servidores e estudantes, e revisão dos protocolos de acolhimento e encaminhamento.
A instituição afirmou que seguirá acompanhando o caso e adotará todas as medidas cabíveis conforme os resultados da apuração. O IFRO se comprometeu a manter a comunidade informada sobre o andamento do processo e a garantir um ambiente seguro e respeitoso para todos.
O IFRO disponibiliza canais de denúncia e apoio psicológico para estudantes e servidores. A instituição incentiva a comunicação aberta e transparente para lidar com situações de assédio e violência.
Com informações do G1










