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10 de março de 2026

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Primeira morte por H1N1 é registrada em RO; Vilhena está entre um dos casos

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Rondônia já registrou um caso de óbito causado pela infecção do vírus H1N1, no mês de janeiro, de acordo com a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa). A vítima morava na Capital.

Mais um caso do vírus foi confirmado em fevereiro e cinco estão sob investigação, sendo dois em Cacoal, um em Ji-Paraná e outro em Vilhena.

O alerta decorre do surto que o Amazonas vive desde o início do ano, quando, segundo a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas, já foram registradas 21 mortes no Estado.

Até o momento, foram notificados 318 casos da síndrome gripal grave no Estado, destes, 72 são positivos para o Vírus da Influenza A (H1N1) e 45 para Vírus Sincicial Respiratório (SRV).

Em média, cinco embarcações fazem o trecho de Porto Velho/Manaus e Manaus/Porto Velho, durante toda a semana, e com a chegada e saída dessas embarcações, no Porto do Cai n’Água, em Porto Velho, o risco de contaminação tende a aumentar devido ao grande fluxo de pessoas que chegam na capital através do transporte fluvial.

No porto do Cai n’Água até o momento não existe nenhuma fiscalização por parte da saúde para prevenção de doenças.

A gripe H1N1 é uma doença altamente contagiosa que pode ser transmitida de pessoa para pessoa, através de secreções respiratórias e do contato.

Em 2018, Rondônia registrou 133 casos suspeitos do vírus H1N1, dos quais 12 foram confirmados.

A coordenadora estadual de Vigilância Epidemiológica, Arlete Baldez, informou que já estão sendo tomadas várias medidas para prevenção da doença no Estado. Ela acrescentou que o período de maior circulação do vírus da H1N1 é durante o inverno amazônico, no período chuvoso, e que o vírus não é um caso novo, ele é sazonal e já se encontra no meio dos outros vírus que circulam. Fonte: JornalCorreiodoVale

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