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10 de março de 2026

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Preso com droga é acusado de deixar vítima paraplégica

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A Delegacia de Homicídio de Vilhena encerrou esta semana mais um caso de crime contra a vida ocorrido na cidade. Na manhã de sexta-feira, 31, o delegado Núbio Lopes de Oliveira concedeu entrevista coletiva e deu detalhes do caso, registrado nos primeiros minutos do dia 07 de agosto de 2013, e que teve como vítima Juliano Audroe Civa, na época dos fatos com 20 anos. “Longarina”, como a vítima é conhecida, sobrevive e hoje tem 25 anos, mas ficou paraplégico.
De acordo com a explanação do delegado, à época do fato, Longarina era dado ao uso de drogas e a prática de delitos. “No dia que antecedeu o atentado, ele havia sido detido por receptação e liberado”, disse o delegado, revelando ainda que Longarina teria chegado ao conjunto de quitinetes aonde morava falando grosso por achar que os vizinhos é que o haviam denunciado.
Um dos vizinhos, chamado Adriano, temendo Longarina, teria cogitado a possibilidade de matá-lo e até buscou alguém que lhe fornecesse uma arma. Um amigo de Adriano, conhecido como “Nenzinho” tratou de conseguir a arma com “Moicano”, cujo nome é Paulo Henrique das Neves Camelo, de 34 anos. “Um encontro foi marcado para a entrega da arma, mas Moicano demorou muito e Adriano e Nenzinho foram embora”, disse o delegado.
Ainda de acordo com a narrativa do delegado, pouco depois do encontro que não aconteceu, por volta da 00h10 da madrugada do dia 07, os dois estavam na casa de Adriano, quando Moicano chegou com a arma e colocou em cima da mesa dizendo “tá aí o ferro”. “O que nós apuramos é que Adriano desistiu do intento e sequer pegou na arma; mas, neste mesmo instante, a vítima saiu da casa dele de bicicleta, e como Adriano nada fez, Moicano pegou a arma, chamou a vítima, e disparou quatro vezes fugindo em seguida”, disse.
Moicano, que em 2015 foi preso por tráfico de drogas e deu nome falso, já que estava em “quebra de regime” por uma condenação também por tráfico, foi indiciado por tentativa de homicídio.

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