Agricultores de Presidente Figueiredo, no Amazonas, estão sendo orientados pela Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Amazonas (Adaf) sobre a praga conhecida como vassoura-de-bruxa da mandioca. A doença já foi identificada em plantações do Amapá e do Pará, gerando preocupação com a possível disseminação para o Amazonas, onde a mandioca é um alimento básico para muitas famílias.
Apesar de a praga ainda não ter sido registrada no estado, a Adaf está atuando na prevenção, conscientizando os produtores sobre os sintomas e a importância de notificar qualquer suspeita. O objetivo é proteger a produção de mandioca e garantir a segurança alimentar da população amazonense.

“Preocupa muito, muito mesmo. Pra quem está plantando tem que tomar bastante cuidado, não trazer sementes de outros estados, para prevenir antes que chegue aqui no município”, afirma Pedro Pereira, agricultor da comunidade Rumo Certo.
Os principais sinais da vassoura-de-bruxa incluem brotações deformadas, excesso de ramos finos, folhas amareladas e a morte progressiva da planta, de cima para baixo. A Adaf reforça a importância de não transportar manivas de estados onde a praga já está presente e pede que qualquer suspeita seja comunicada imediatamente.
“Nós temos levado informações para os agricultores, conscientizando sobre os sintomas e pedindo que, em caso de suspeita, notifiquem a Adaf. Também vamos iniciar monitoramentos nas lavouras de mandioca do estado para proteger a mandiocultura amazonense”, explica Acássio Eugênio, engenheiro agrônomo da Adaf.
Com informações do Portal Amazônia.











