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04 de março de 2026

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Portugal define novo presidente em eleição disputada

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Em Portugal, disputa presidencial acirrada pode levar a segundo turno pela 1ª vez em 40 anos. Veja o cenário!

Portugal vai às urnas neste domingo (18) para escolher um novo presidente em uma eleição marcada pela disputa acirrada entre esquerda, centro-direita e extrema direita. Menos de um ano após a renovação do Parlamento e a escolha do primeiro-ministro, os portugueses voltam a votar para definir o chefe de Estado.

No modelo de governo semipresidencialista português, o presidente exerce funções mais cerimoniais, mas ganha peso em momentos de crise, podendo dissolver o Parlamento, destituir o governo e convocar novas eleições. O cargo, com mandato de cinco anos, era ocupado por Marcelo Rebelo de Sousa, que não pode concorrer à reeleição.

A corrida presidencial deste ano é inédita, com três partidos disputando o cargo em igualdade de condições. O Chega, partido de extrema direita, ascendeu nas últimas eleições e se tornou a segunda maior força política do país. Uma pesquisa do Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (CESOP) da Universidade Católica aponta o seguinte cenário: André Ventura (Chega) lidera com 24% das intenções de voto, seguido por António José Seguro (socialista) com 23%, e João Cotrim de Figueiredo (Iniciativa Liberal, centro-direita) com 19%. Luis Marques Mendes (PSD/Aliança Democrática) aparece em quarto lugar, com 14%.

A instabilidade política recente tem gerado incerteza no eleitorado. Segundo o cientista político António Costa Pinto, “a fragmentação do eleitorado continua, tornando provável que os candidatos dos dois partidos tradicionais recebam menos votos do que os seus partidos obtiveram nas eleições parlamentares do ano passado (em que o Chega ultrapassou os Socialistas)”.

Caso nenhum candidato alcance mais de 50% dos votos, um segundo turno será realizado em 8 de fevereiro, algo que não acontece em Portugal há 40 anos. Apesar de liderar as pesquisas, André Ventura possui a maior taxa de rejeição (60%), o que pode comprometer suas chances em um eventual segundo turno, conforme aponta José Castello Branco, professor de Ciências Políticas da Universidade Católica de Lisboa. “É uma corrida (eleitoral) completamente aberta”, disse Castello Branco, acrescentando que chegar ao segundo turno já seria uma “vitória” para Ventura, fortalecendo o poder de negociação do Chega.

A disputa acirrada reflete a crescente polarização política em Portugal e a busca por alternativas aos partidos tradicionais. O resultado das eleições presidenciais terá impacto significativo no futuro político do país.

Com informações do G1

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