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29 de novembro de 2025

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Portovelhense-nato poderá ser a indicação do governador para a disputa da prefeitura da capital

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Com orçamento anual de R$ 1,5 bilhão, a prefeitura da capital deve ter mais de 15 pretendentes ao cargo nas eleições 2020.

Além dos nomes já conhecidos do eleitorado, seja por já ter ocupado a cadeira ou, tê-la disputado, há também personagens que nunca concorreram à cargos eletivos.

O “Madeirão” entrevistou um dos quatro nomes que apareceram no radar do governador de Rondônia, Marcos Rocha (PSL), para a disputa da maior prefeitura do estado. A única que demanda de dois turnos para a escolha no estado.

Amadeu Hermes dos Santos da Cruz é um desses nomes.

Nascido em Porto Velho, tem 58 anos e diz ser tataraneto de Portovelhenses.

Sua família veio para cá no primeiro ciclo da borracha, ainda no século 19, por volta de 1840.

Formado em direito e teologia, é pastor evangélico, atua há 37 no setor público – 25 deles na União – e, atualmente, é diretor do Porto Público de Porto Velho. Cargo indicado pelo governador.

Marcos Rocha pulverizou, a poucos dias, durante entrevista à uma emissora de televisão, uma lista de nomes que tem à disposição para disputar a prefeitura de Porto Velho, que inclui também os nomes do deputado estadual Eyder Brasil, do secretário de estado da Saúde, Fernando Rodrigues Máximo, dentre outros.

“Eu sou um soldado do governado Marcos Rocha e sigo a batuta dele. Se ele indicar meu nome, estou pronto para o desafio”, disse Amadeu Hermes. 

Amadeu foi secretário de obras em Humaitá, no Amazonas, ainda na década de 1980, deixando, segundo ele, um legado que dura até os dias atuais.

Segundo ele, o que falta para dinamizar a administração de Porto Velho, é a valorização dos servidores municipais.

Aos mais de 13 mil e 400 servidores públicos da capital, entende Amadeu, o que falta é salário moral. Conceder prêmios e reconhecimento aos mais produtivos e estabelecer punições aos relapsos.

Para o possível pré-candidato à prefeitura, a infraestrutura da capital demanda de maior atenção.

Na visão dele, a atenção deve estar voltada principalmente à segurança pública, saneamento, infraestrutura, educação básica e saúde.

 “Investindo em saneamento básico reduz o custo com saúde pública”, defende Amadeu, que acredita ainda que o desemprego na cidade pode ser combatido com a criação de uma Zona de Processamento e Exportação (ZPE). “Com índices baixos de desemprego a criminalidade também reduz”, acrescenta.

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