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24 de fevereiro de 2026

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Porto fluvial de Guajará-Mirim é reaberto; embarcação ‘sequestrada’ foi escoltada até o Brasil

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Vídeo mostra Marinha da Bolívia fazendo a escolta da embarcação brasileira que havia sido “sequestrada” na sexta-feira (19). Porto ficou fechado por três dias. Embarcação brasileira foi escoltada pela Marinha da Bolívia
Késia Fernanda/Rede Amazônica
O porto fluvial de Guajará-Mirim (RO) foi reaberto na tarde de segunda-feira (22), após ficar três dias completamente fechado.
O fechamento do porto aconteceu depois que uma embarcação brasileira foi “sequestrada” durante protestos de barqueiros bolivianos contra ações da polícia na fronteira entre o Brasil e a Bolívia.
O porto foi fechado na tarde de sexta-feira (19) e na ocasião, os passageiros do barco “sequestrado” foram liberados, mas a embarcação ficou retida na Bolívia. Somente na tarde de segunda-feira, com o apoio da Marinha da Bolívia, a embarcação voltou para o Brasil.
Imagens mostram o momento em que os militares atracam no porto brasileiro (assista abaixo).
Porto fluvial de Guajará-Mirim é reaberto
O porto fluvial liga os dois países e é um dos principais ponto de entrada e saída de pessoas e mercadorias do Norte do país.
Economia afetada
As retaliações começaram depois de uma operação de rotina realizada pelo Batalhão de Fronteira no rio Mamoré. Segundo a polícia, embarcações bolivianas que estavam irregulares foram apreendidas durante a ação.
De acordo com a sócia-administradora do Porto Fluvial, uma embarcação com passageiros foi parada pelos bolivianos em protesto. O porto foi fechado após o incidente e o transporte fluvial entre os dois países ficou paralisado (veja vídeo abaixo).
Homens tiram embarcação da água durante protesto no porto fluvial de RO
Em entrevista à Rede Amazônica, o empresário e sócio administrador da Aquavida, João Luiz Miranda, relatou que os trabalhos na fronteira, enquanto paralisados, afetaram a economia tanto de Guajará-Mirim, no Brasil, quanto de Guayaramerín, na Bolívia.
“Não apenas as empresas brasileiras, mas todas as atividade de Guajará-Mirim e Guyaramerín estão em crise, passando por um momento deliciado”, explicou João.

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