Informação é com a gente!

14 de março de 2026

Informação é com a gente!

14 de março de 2026

Por que Chester e Fiesta são maiores que o frango comum?

peixe-post-madeirao
peixe-post-madeirao

Últimas notícias

03/03/2026
Publicação legal: Comunicado de retificação de edital pregão eletrônico Nº 90000/2026
03/03/2026
Publicação legal: Aviso de Licitação Nº1/2026 – IPAM-GAB/IPAM-SCL
23/02/2026
Publicação legal: Aviso de Licitação Nº1/2026 – Ipam-Gab/Ipam-SCL
09/02/2026
Publicação legal: Pedido de Renovação da Licença de Operação
12/01/2026
Edital de convocação: ASSOCIAÇÃO BENEFICIENTE QUEIROZ ALMEIDA
02/01/2026
Pedido de renovação de licença de operação e outorga
02/01/2026
Pedido de renovação de licença de operação e outorga
12/12/2025
Publicação legal: Edital de convocação
12/12/2025
Publicação legal: Termo de adjudicação e homologação
02/12/2025
Asprocinco: Comunicado de recebimento de recurso e publicação

Chester e Fiesta: saiba por que os frangos de Natal são maiores e mais saborosos que os de dia a dia!

Para quem busca uma alternativa mais acessível ao peru na ceia de Natal, o Chester e o Fiesta se destacam como opções populares. Mas você já se perguntou por que esses frangos são significativamente maiores do que aqueles que encontramos no supermercado durante o resto do ano?

A resposta está na seleção genética. Os produtos das marcas Perdigão e Seara são resultado de um processo cuidadoso para desenvolver aves com maior porte. Diferentemente dos frangos criados para reprodução, esses são destinados exclusivamente ao abate, exigindo que os criadores reiniciem o processo de linhagem a cada ano.

Uma curiosidade é que, ao contrário do que acontece com os perus, onde a perua é a estrela da ceia, apenas os machos se tornam Chester ou Fiesta. Isso porque eles apresentam um crescimento mais rápido e robusto. As fêmeas, por sua vez, são comercializadas como frangos para consumo diário.

O processo para obter esses frangos gigantescos leva cerca de um ano de planejamento e reprodução entre linhagens genéticas específicas, conforme explica Elsio Figueiredo, da Embrapa Suínos e Aves: “Os produtores levam cerca de um ano organizando a reprodução entre linhagens genéticas específicas”. O Chester, conhecido por seu peito grande, tem essa característica selecionada já na geração de bisavós.

Ao todo, quatro variedades (A, B, C e D) são escolhidas para a reprodução, cada uma com um atributo desejável, como maior peito, melhor rendimento de peso em relação à ração ou maior capacidade de postura de ovos. Essas linhas são cruzadas até gerar a geração ABCD, que é o frango que chega à mesa nas festas de fim de ano.

Entender o processo de seleção genética por trás do Chester e do Fiesta revela o cuidado e a tecnologia envolvidos na produção desses frangos especiais, que se tornaram um símbolo da ceia de Natal brasileira.

Com informações do G1

Página inicial / Economia / Por que Chester e Fiesta são maiores que o frango comum?