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17 de março de 2026

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Polícia Federal desarticula grupo que explorava e comercializava madeira no Estado

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A Polícia Federal (PF), deflagrou, na manhã de quarta-feira, 03, operação “Ninametsa”, visando dar cumprimento a 15 mandados de busca e apreensão e 15 mandados de bloqueio e sequestro de bens, todos expedidos pela 3ª Vara da Justiça Federal em Porto Velho.

A ação ostensiva visou a desarticulação da organização criminosa dedicada à extração e comercialização ilegal de madeira e transferências de créditos virtuais pelo sistema oficial do Ibama, conhecido como Sisdof.

Foram cumpridos mandados judiciais nas cidades de Ariquemes e Porto Velho, nos distritos de Extrema e Candeias do Jamari.

As investigações  começaram a partir de denúncias e relatórios de fiscalização dos órgãos ambientais, além de informações obtidas e compartilhadas no âmbito de operações anteriores (Deforest 1 e 2), relatando a prática reiterada da extração ilegal de madeira de áreas de preservação na “Ponta do Abunã”, em especial da Terra Indígena Kaxararí.

Toreiros

A partir da notícia crime encaminhada à Polícia Federal, foi possível a identificação de pessoas físicas, madeireiros, “interpostas pessoas” e “toreiros”, bem como pessoas jurídicas (madeireiras), que criaram uma estrutura criminosa para a retirada ilegal de madeira, falsificação de créditos florestais e lavagem de dinheiro decorrente dessas infrações.

Durante as investigações da Operação Ninametsa constatou-se que os produtos florestais beneficiados por serrarias situadas no distrito de Extrema vinham, em sua maioria, de áreas ambientalmente protegidas, localizadas na região da tríplice divisa dos estados de AM, AC e RO. Depois de beneficiadas, as madeiras extraídas ilegalmente eram comercializadas para o consumidor final, baseadas em DOF´s que continham informações falsas acerca de sua origem.

Os indiciados serão interrogados e responderão, na medida de sua participação, pelos crimes de organização criminosa, extração ilegal de madeira, falsidade ideológica, inserção de dados falsos e lavagem de capitais.

O nome da Operação Ninametsa tem origem na língua indígena karaxarí e significa “bosque/mata” em português. (A.I)

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