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11 de março de 2026

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Petróleo sobe com ações dos EUA contra a Venezuela

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Preços do petróleo disparam com tensões geopolíticas e ações dos EUA contra navios venezuelanos. Veja o impacto!

Os preços do petróleo subiram nesta segunda-feira (22) após os Estados Unidos interceptarem um navio petroleiro em águas internacionais próximo à costa da Venezuela. As tensões na guerra entre Rússia e Ucrânia também contribuíram para o aumento.

Esses dois fatores elevaram o temor de interrupções no fornecimento global de petróleo, o que geralmente pressiona os preços para cima. Os contratos futuros do petróleo Brent — referência internacional — avançaram US$ 1,40, alta de 2,3%, sendo negociados a US$ 61,87 por barril por volta das 12h30 (horário de Brasília).

Segundo Giovanni Staunovo, analista do banco UBS, o mercado passou a enxergar um risco maior de interrupção nas exportações de petróleo da Venezuela devido ao embargo imposto pelos EUA. “Até recentemente, havia uma postura mais complacente em relação a esse risco”, afirmou. O petróleo bruto venezuelano representa cerca de 1% da oferta global, uma fatia pequena, mas relevante em momentos de instabilidade geopolítica.

Apesar disso, o aumento da produção nos EUA e do grupo Opep+ tem compensado, em grande parte, as preocupações com possíveis interrupções em outras regiões. Esse equilíbrio ajudou a manter os contratos futuros do Brent próximos de US$ 65 por barril, embora tenham recuado no mês passado devido ao temor de excesso de oferta. Para June Goh, da Sparta Commodities, os preços atuais são sustentados principalmente pelos acontecimentos na Venezuela, enquanto as tensões entre Rússia e Ucrânia estão em segundo plano.

Autoridades relataram à Reuters que a Guarda Costeira dos EUA está perseguindo um navio petroleiro próximo à Venezuela. Se a operação for bem-sucedida, será a segunda ação do tipo no fim de semana e a terceira em menos de duas semanas. Tony Sycamore, do IG, atribui a recuperação recente dos preços do petróleo ao anúncio do presidente dos EUA, Donald Trump, de um bloqueio “total e completo” aos petroleiros venezuelanos sob sanções.

O movimento foi reforçado pelos desdobramentos dessa decisão e por relatos de um ataque com drones ucranianos a um navio da chamada “frota sombra” russa no Mediterrâneo — termo usado para embarcações que operam à margem das sanções internacionais. Em notícia relacionada, o preço do petróleo disparou após a Opep anunciar um corte de mais de 1 milhão de barris por dia.

Com informações do G1

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