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26 de janeiro de 2026

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Petroleiros iniciam greve nacional após impasse com a Petrobras

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Greve nacional de petroleiros da Petrobras começa nesta segunda-feira, após negociações sem acordo sobre salários e benefícios

Os petroleiros da Petrobras iniciaram uma greve de 24 horas nesta segunda-feira, após a rejeição da segunda contraproposta da empresa para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). A paralisação tem duração indeterminada, segundo a Federação Única dos Petroleiros (FUP).

A FUP informou que a proposta da Petrobras não atendeu aos três principais pontos de negociação: uma solução definitiva para os Planos de Equacionamento de Déficit (PEDs) da Petros, aprimoramentos no plano de cargos e salários com garantias contra ajustes fiscais, e a defesa de um modelo de negócios que fortaleça a estatal.

“A categoria quer respeito, dignidade e uma justa distribuição da riqueza gerada”, afirmou a FUP em nota. “A greve aprovada nas assembleias é por um ACT forte, que recupere direitos perdidos, garanta condições decentes de trabalho e resolva de forma definitiva os equacionamentos da Petros.”

O movimento começou na madrugada com a entrega das operações de plataformas no Espírito Santo e Norte Fluminense às equipes de contingência da empresa. O Terminal Aquaviário de Coari, no Amazonas, aderiu integralmente à greve, conforme informações do sindicato. Trabalhadores de ao menos seis refinarias – Regap (MG), Reduc (RJ), Replan (SP), Recap (SP), Revap (SP) e Repar (PR) – também aderiram à paralisação, sem troca de turno.

Aposentados e pensionistas retomaram, na quinta-feira (11), uma vigília em frente ao Edifício Senado, sede da Petrobras no Rio de Janeiro, exigindo uma solução para os déficits da Petros. As mobilizações ocorrem em paralelo às reuniões em Brasília entre representantes da categoria, do governo e da Comissão Quadripartite.

A FUP critica o volume de recursos destinados aos acionistas, citando o desembolso de R$ 37,3 bilhões em dividendos nos primeiros nove meses do ano. O sindicato alega que a Petrobras ofereceu um ganho real de apenas 0,5% no ACT, além de “retrocessos e diferenciações entre trabalhadores da holding e das subsidiárias”.

Reportagem em atualização

Com informações do G1

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