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02 de março de 2026

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Peixes encalhados após cheia e seca rápida de rio em RO

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Vídeo impressionante mostra centenas de peixes presos em pastagem após rio transbordar e secar rapidamente em Seringueiras, Rondônia

Centenas de peixes foram encontradas encalhadas por moradores em uma propriedade rural em Seringueiras (RO), às margens do rio São Francisco, nesta semana. Um vídeo que mostra parte dos animais sendo resgatados viralizou nas redes sociais, alcançando mais de 2 milhões de visualizações.

De acordo com o pecuarista Jefferson Cadette, autor do vídeo, uma forte chuva causou o transbordamento do rio, invadindo sua propriedade. No entanto, o nível da água baixou rapidamente, impedindo que os peixes retornassem ao rio e deixando-os presos na pastagem. O morador relata que essa oscilação no nível do rio é comum nessa época do ano.

Apesar da aparência de um deslocamento para reprodução, o biólogo Bruno Barros esclarece que não se trata de piracema, pois esse processo segue um ciclo anual específico. Para ele, o mais provável é que as espécies tenham aproveitado a expansão temporária do ambiente aquático provocada pela cheia.

Segundo Bruno Barros, a maior parte dos peixes identificados é da espécie traíra (Hoplias malabaricus), muito consumida por comunidades ribeirinhas e rurais. Ele explica que a traíra é um predador comum em rios de água doce da Amazônia e conhecida por sua resistência, sendo capaz de sobreviver até em locais com pouca água, como poças, lagos e açudes.

O especialista também identificou a presença de outro peixe da mesma família: o jejum (Hoplerythrinus unitaeniatus), igualmente resistente e adaptado a ambientes quentes e com pouco oxigênio – condições que seriam fatais para muitas outras espécies da região.

“Apesar de parecer que os peixes estavam se deslocando para reprodução, não se trata de piracema, já que esse processo segue um ciclo anual específico”, explicou o biólogo Bruno Barros.

Jefferson Cadette complementou: “Uma forte chuva fez o rio transbordar e invadir o sítio onde eu moro. Porém, o nível baixou rapidamente, os peixes não conseguiram retornar ao rio e ficaram presos na pastagem.”

Com informações do G1

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