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Parque Nacional dos Campos Amazônicos: um elo entre biomas

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Localizado na divisa entre Amazonas, Rondônia e Mato Grosso, o Parque Nacional dos Campos Amazônicos (PNCA) é uma área estratégica para a conservação da biodiversidade e o combate ao desmatamento. Criado em 2006, o parque de 961.317,77 hectares funciona como uma barreira protetora e um corredor ecológico vital para a região.

Administrado pelo ICMBio, o PNCA integra o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC) e desempenha um papel fundamental no cumprimento de compromissos ambientais internacionais. De acordo com especialistas, como o Dr. Deivison Molinari da UFAM, o parque é um exemplo de proteção integral, sem permissão para habitação em seu interior.

Parque Nacional dos Campos Amazônicos
Parque Nacional dos Campos Amazônicos. Foto: Reprodução/Entreparquesbr

Apesar de inserido no bioma Amazônia, o PNCA abriga áreas de vegetação aberta típicas do Cerrado e da Campinarana, exibindo uma diversidade biológica única e um alto grau de endemismo. A fauna é rica em espécies protegidas, como a onça-pintada, o gato-do-mato, o maracajá-peludo, a ariranha, o lobo-guará e o tamanduá-bandeira.

O parque enfrenta desafios como grilagem de terras, garimpo ilegal e expansão da agropecuária. No entanto, sua importância para a conservação da castanheira-do-brasil, do mogno e de outros ecossistemas sensíveis é inegável. Sua existência é justificada pela necessidade de proteger esses campos naturais, que são exceções dentro da floresta amazônica, e que possuem grande valor ecológico.

Parque Nacional dos Campos Amazônicos. Foto: Reprodução/Entreparquesbr

A formação desses campos, conhecidos como refúgios florestais, é explicada pela teoria do professor Aziz Ab’Sáber e representa uma particularidade da região. O Parque Nacional dos Campos Amazônicos surge, portanto, como uma resposta do Poder Público Federal para preservar esses ecossistemas únicos e garantir a sua perpetuação.

Com informações do Portal Amazônia.

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