O Parque Nacional do Jaú, no Amazonas, é uma experiência transformadora. Com mais de 2 milhões de hectares, é o segundo maior parque nacional do Brasil e um dos maiores santuários de floresta úmida do mundo.
Localizado a cerca de 3 horas de lancha de Novo Airão, o Jaú faz parte do Mosaico do Baixo Rio Negro, que reúne 11 unidades de conservação. A conservação da biodiversidade e a valorização das comunidades locais são pilares fundamentais do parque.
Cerca de 70 famílias vivem no parque e desempenham um papel crucial na visitação sustentável, desde o transporte em barcos até a hospedagem. Esse envolvimento é um exemplo do “ciclo virtuoso” das Unidades de Conservação, que promove a visitação, a geração de renda e a conservação ambiental.
O Jaú oferece paisagens grandiosas, com árvores históricas, rios espelhados e uma rica biodiversidade, incluindo aves, quelônios e mamíferos. A experiência varia conforme a época do ano: na cheia, as trilhas aquáticas são o destaque; na seca, praias de areia branca e sítios arqueológicos com petróglifos se revelam.
O Programa de Monitoramento de Quelônios de Água Doce, em parceria com a WCS Brasil, demonstra o compromisso com a conservação da fauna local e a importância da participação comunitária. A iniciativa promove cursos e treinamentos para monitores locais, garantindo a proteção das espécies ameaçadas.
Entre os atrativos do Jaú, destacam-se a observação da vida silvestre, a contemplação das árvores gigantescas, os banhos nos rios Jaú e Carabinani, e as trilhas a pé ou de caiaque, parte dos Caminhos do Rio Negro.

Com informações do Portal Amazônia.










