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14 de março de 2026

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Ouro atinge novo recorde acima de US$ 4.500 com juros nos EUA e tensões geopolíticas

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Ouro dispara e ultrapassa US$ 4.500! Expectativa de corte de juros nos EUA e crise na Venezuela impulsionam alta do metal

A cotação do ouro superou a marca de 4.500 dólares por onça (31,1 gramas) nas negociações asiáticas desta quarta-feira (24), impulsionada pela expectativa de que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) continue reduzindo as taxas de juros no próximo ano, além das tensões entre Estados Unidos e Venezuela.

O metal, considerado um “ativo refúgio” — ou seja, um investimento procurado em períodos de incerteza econômica ou política — era negociado a US$ 4.519,78 (R$ 24.940) por onça, mantendo uma sequência de alta que já acumula valorização de 70% desde o início de 2025. Outros metais também acompanharam a tendência: a prata e o cobre registraram máximas na terça-feira, enquanto a platina atingiu o maior valor desde maio de 2008.

Segundo analistas, o aumento dos riscos geopolíticos entre Washington e Caracas contribui para esse movimento. O presidente Donald Trump declarou na segunda-feira que seria “inteligente” que seu homólogo venezuelano, Nicolás Maduro, deixasse o poder. Em 16 de dezembro, Trump anunciou um bloqueio a “navios petroleiros sancionados” que navegam de ou para a Venezuela. Desde setembro, a presença de navios de guerra americanos no Caribe, em uma operação contra o narcotráfico, resultou em mais de 100 mortes. A Venezuela denuncia a campanha como uma tentativa de derrubar Maduro e controlar as riquezas do país.

Ao mesmo tempo, os mercados mostravam disposição para fechar o ano em tom positivo, impulsionados pelo otimismo em relação a 2026, especialmente sobre a economia dos Estados Unidos, o que compensou as preocupações recentes com o setor de tecnologia. Na terça-feira, o índice S&P 500 atingiu um nível recorde, após a divulgação de dados que mostraram que a maior economia do mundo cresceu 4,3% no terceiro trimestre, a taxa anualizada mais rápida em dois anos e acima das expectativas de 3,3%.

O crescimento foi impulsionado pelos gastos de consumidores e empresas, oferecendo um alívio aos investidores diante de dados recentes mais fracos sobre emprego. Com a economia apresentando resultados melhores do que o previsto, os investidores reduziram as apostas em um novo corte das taxas de juros pelo Fed no próximo mês. Embora a expectativa de redução dos juros tenha sido um fator-chave na alta recente dos mercados, analistas afirmam que o forte crescimento econômico compensou qualquer decepção com a manutenção das taxas neste momento.

Em outras notícias, uma jazida de ouro de 7,1 mil toneladas não foi descoberta no Brasil, conforme divulgado recentemente.

Com informações do G1

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