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11 de março de 2026

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O FRACASSO DO REGIME LULOPETISTA NO COMBATE AO NARCOTRÁFICO: O CINTURÃO DE PROTEÇÃO AO PCC E CV

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Por José Sidney Andrade dos Santos

Em meio a uma escalada sem precedentes da violência e do crime organizado no Brasil, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, ou o que muitos chamam de *”regime Lulupetista”*, tem demonstrado uma leniência alarmante no enfrentamento ao narcotráfico. O que deveria ser um cinturão de segurança contra o avanço das drogas e das facções criminosas transformou-se, na prática, em um cinturão de proteção para organizações como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV). Essas facções, que atuam como verdadeiros impérios criminosos, expandiram suas operações durante a gestão petista, formando alianças estratégicas que controlam rotas de tráfico, territórios urbanos e até economias regionais, enquanto o Planalto prioriza narrativas ideológicas em detrimento da soberania nacional e da segurança pública.

O termo “cinturão contra o narcotráfico” evoca a ideia de uma barreira robusta de políticas, forças de segurança e cooperação internacional para isolar e desmantelar as redes de drogas. No entanto, sob Lula, esse conceito foi invertido. Em vez de fortalecer fronteiras e alianças globais, o governo tem sabotado iniciativas que poderiam enfraquecer o PCC e o CV. Um exemplo gritante é a oposição veemente à classificação dessas facções como organizações terroristas pelos Estados Unidos. Em março de 2026, o chanceler Mauro Vieira interveio diretamente junto ao secretário de Estado Marco Rubio para adiar ou bloquear essa medida, alegando preocupações com a soberania brasileira. Essa postura não só ignora o alerta americano sobre o narcoterrorismo internacional, mas também expõe uma conivência implícita com grupos que operam como verdadeiras ameaças transnacionais.

Por quê essa resistência? O governo argumenta que PCC e CV são meras “organizações criminosas” motivadas por lucro, não por ideologia, e que classificá-las como terroristas abriria brechas para intervenções estrangeiras. Mas isso é uma desculpa esfarrapada. Na realidade, essas facções controlam vastos territórios na Amazônia, no Norte e no Nordeste, formando um “cinturão” de rotas de tráfico que se estendem da produção de cocaína na Colômbia e Bolívia até portos brasileiros e mercados africanos. A aliança entre PCC e CV, outrora rivais, consolidou-se nos últimos anos, permitindo uma divisão de territórios e operações conjuntas que faturam bilhões anualmente. Sob Lula, operações federais foram tímidas, e políticas de direitos humanos serviram de escudo para comunidades dominadas por essas gangues, onde o Estado brasileiro é ausente ou cúmplice.

Críticos, incluindo governadores como Tarcísio de Freitas (SP), apontam que o regime Lulupetista evita medidas duras para não admitir falhas históricas do PT no combate ao crime. Em 2025, projetos de lei para enquadrar facções como terroristas foram adiados ou rejeitados pelo governo, priorizando uma “proposta antifacção” que não altera o status quo. Enquanto isso, o narcotráfico prospera: o PCC expandiu sua influência para a África e Europa, e o CV domina o Rio de Janeiro, com alianças que incluem milícias e até elementos políticos locais. O resultado? Um Brasil refém, com taxas de homicídios elevadas e uma juventude perdida para o crime.

Essa gestão não só falha em quebrar a “espinha dorsal” do crime organizado, como prometeu Lula, mas parece mais interessada em proteger narrativas esquerdistas que veem o crime como produto de desigualdades sociais, em vez de combatê-lo com rigor. A recusa em cooperar plenamente com os EUA, sob Trump, é um erro estratégico que isola o Brasil e fortalece os “parceiros” PCC e CV. Se o regime Lulupetista continuar nesse caminho, o cinturão contra o narcotráfico permanecerá uma ilusão, e o Brasil se aproximará perigosamente de um narco-estado simbiótico, onde facções e poder político coexistem em uma relação parasitária.

É hora de uma mudança radical: classificar essas facções como terroristas, intensificar operações militares nas fronteiras e priorizar a segurança sobre ideologias falidas. Caso contrário, o legado de Lula será o de um presidente que, intencionalmente ou não, pavimentou o caminho para o domínio do crime organizado no Brasil.

Jose Sidney Andrade dos Santos
Filosofo, Sociologo, Escritor, Psicanalista
Josesidneyandradedossantos.com.br

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