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14 de fevereiro de 2026

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O fracasso abissal de John Money e a teimosia progressista na ideologia de gênero

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Por Jose Sidney Andrade dos Santos

Ah, a ideologia de gênero: essa joia reluzente do progressismo moderno, que transforma a biologia em uma mera sugestão e a ciência em um bufê onde se escolhe apenas o que agrada ao paladar ideológico. No centro dessa palhaçada pseudocientífica está John Money, o psicólogo neozelandês que, nos anos 1950 e 1960, inventou o conceito de “identidade de gênero” como algo separado do sexo biológico – uma ideia que soa revolucionária até você descobrir que ela foi testada em um experimento humano que terminou em tragédia absoluta. Money, com sua pose de visionário sexual, argumentava que o gênero é puramente uma construção social, moldável como argila pela educação e pelo ambiente. E para provar isso? Ele usou uma criança como cobaia, em um caso que expõe o quão perigosa pode ser a arrogância disfarçada de ciência.

Vamos ao epicentro do fracasso: o caso de David Reimer, nascido Bruce em 1965, junto com seu irmão gêmeo Brian. Aos oito meses, uma circuncisão malfeita destruiu o pênis de Bruce, e os pais, desesperados, recorreram a Money, no Johns Hopkins Hospital. O “gênio” recomendou uma reatribuição de sexo: castração, hormônios femininos e criação como menina, rebatizada como Brenda. Money jurava que, com a educação certa, Brenda seria uma garota feliz e “normal”. Durante anos, ele publicou relatórios triunfantes, alegando sucesso total, influenciando milhares de cirurgias em crianças intersexo e virando base para o feminismo dos anos 1970, que via nisso prova de que o gênero é só uma imposição cultural.

Mas, ó surpresa, a realidade não obedece a decretos ideológicos. Brenda nunca se sentiu menina: rejeitava vestidos, brincava como menino, sofria bullying na escola e desenvolvia problemas psicológicos profundos. Aos 14 anos, ao saber a verdade, Brenda imediatamente se assumiu como homem, virando David. Ele se casou, tentou viver normally, mas o trauma era irreversível: depressão, tentativas de suicídio, e em 2004, aos 38 anos, David se matou com um tiro. Seu irmão Brian, também traumatizado pelas sessões “terapêuticas” de Money – que incluíam simulações sexuais forçadas entre os gêmeos para “reforçar” o gênero –, morreu de overdose em 2002. Money? Nunca admitiu o erro publicamente, culpando fatores externos como o gêmeo idêntico ou o timing da cirurgia, enquanto colegas diziam que ele se envergonhava em particular.

Esse fiasco não foi só um erro isolado; foi o alicerce podre da ideologia de gênero. Money’s theories levaram a políticas que tratam crianças com disforia de gênero como experimentos vivos: bloqueadores de puberdade, hormônios cruzados, cirurgias mutiladoras – tudo baseado na ideia de que o “gênero interno” suplanta a biologia. Críticos, incluindo ativistas intersexo, acusam Money de eticamente falido: ele promoveu reatribuições cirúrgicas em bebês, ignorando que o fracasso de Reimer provava o oposto. Sociologicamente, é um clássico caso de pseudociência: Money misturou ativismo com pesquisa, fraudando dados para encaixar na narrativa. Filosoficamente, é uma traição ao empirismo: ignora a neurobiologia, que mostra diferenças sexuais inatas no cérebro e no comportamento, reduzindo tudo a “construção social” para justificar agendas políticas.

E por que os progressistas insistem nessa bobagem, apesar do corpo de evidências – do caso Reimer a estudos recentes mostrando que 80-90% das disforias infantis se resolvem naturalmente na puberdade? Porque a ideologia de gênero virou “cola simbólica” para o progressismo: une pautas “inclusivas” sob um guarda-chuva que mascara autoritarismo. É radicalismo de fachada para a classe média, que posa de revolucionária sem mexer em desigualdades reais como classe ou economia. Criticar isso? Viras “transfóbico”, silenciado por uma máquina de cancelamento que prioriza virtude sinalizada sobre fatos. Nos EUA, por exemplo, democratas se distanciam timidamente, mas ainda empurram “cuidados afirmativos” para menores, apesar de proibições em estados e alertas de que são experimentais e irreversíveis. É teimosia ideológica: admitir o erro derrubaria o castelo de cartas do “progresso” que ignora biologia em nome de uma utopia fluida.

Chega dessa hipocrisia que mutila corpos e mentes em nome de “inclusão”. O legado de Money é um alerta: quando ideologia suplanta ciência, as vítimas são reais – como David Reimer, cuja vida foi destruída por um charlatão engravatado. Progressistas, acordem: insistir nisso não é empatia; é cegueira sádica. É hora de jogar essa ideologia no lixo da história, onde pseudociências como a frenologia já apodrecem. A biologia não é opressão; é realidade. E ignorá-la custa vidas.

Por Jose Sidney Andrade dos Santos
Filósofo, Sociólogo, Escritor, Biomédico

 

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